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Do Alto da Torre
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PP fecha a chapa distrital, mas tem dúvidas sobre quociente

Em federação com o União Brasil, somou cinco atuais e antigos deputados distritais.

Eduardo Brito

22/04/2026 19h09

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Rôney Nemer crédito ASCOM/Câmara dos Deputados

Ao contrário de partidos que evitam a concentração de votos, o PP da governadora Celina Leão fechou sua chapa para a Câmara Legislativa com candidatos já testados nas urnas.

Em federação com o União Brasil, somou cinco atuais e antigos deputados distritais.

Isso elimina o risco que assombra outras nominatas, que é ficar abaixo do quociente eleitoral, a régua que define se o partido conseguirá ou não eleger representantes.

Na eleição passada, por exemplo, nem o PP nem o União Brasil conseguiram o quociente para serem representados no Congresso.

Desta vez, dão como certo reeleger Eduardo Pedrosa e o pastor Daniel de Castro, ambos com nichos eleitorais sólidos.

Também apostam na eleição de Rôney Nemer (foto), que já se elegeu distrital, federal, mas que, na eleição passada, ao tentar novamente a Câmara dos Deputados, caiu justamente no quociente.

Teve 46 mil votos, mas o partido perdeu.

Agora, Nemer se conformou com o retorno ao cargo de distrital.

A federação também aposta em uma disputa inédita: abrigará os dois chefes políticos mais votados em Planaltina.

Os votos da cidade serão divididos entre Pedro Paulo, que usa o nome eleitoral Pepa, e Cláudio Abrantes.

Na eleição passada, os dois estavam em partidos diferentes.

Pepa já estava no PP, recebeu 15 mil votos e levou a cadeira.

Abrantes, então no PSD, passou dos 20 mil, mas perdeu no quociente.

Acabou abrigado na Secretaria de Cultura de Ibaneis e agora tentará de novo, mas lado a lado com o adversário local.

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