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Do Alto da Torre
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Muda o comando do IGES

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, acaba de promover mudanças no comando do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal, o IgesDF.

Eduardo Brito

07/05/2026 18h19

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Celina Leão com integrantes de sua equipe financeira Crédito Tony Oliveira/Agência Brasília

Subtítulo: Para substituir Cleber Monteiro, a governadora escolheu a enfermeira Eliane Souza Abreu, profissional com experiência em gestão hospitalar e passagem pelo comando do Hospital Regional de Santa Maria.

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (foto), acaba de promover mudanças no comando do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal, o IgesDF.

O delegado aposentado Cleber Monteiro Fernandes deixou a presidência do instituto, após pouco mais de um ano à frente da instituição responsável pela administração de importantes unidades da rede pública de saúde do DF.

Para substituir Cleber Monteiro, a governadora escolheu a enfermeira Eliane Souza Abreu, profissional com experiência em gestão hospitalar e passagem pelo comando do Hospital Regional de Santa Maria, uma das principais unidades administradas pelo instituto.

A nova gestora do instituto ainda terá que ser sabatinada pela Câmara Legislativa do DF.

O IgesDF é responsável pela gestão de todas as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Distrito Federal, além do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e do Hospital Cidade do Sol (HSol).

O instituto foi criado em 2019, sucedendo o antigo Instituto Hospital de Base (IHBDF), com a proposta de dar maior autonomia administrativa à rede pública de saúde.

Ainda tem muito o que mexer no BRB

Uma investigação envolvendo o Banco de Brasília ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira, 7, após ações coordenadas pelas autoridades de segurança do Distrito Federal.

A apuração, que teve início a partir de uma sindicância interna do próprio banco, passou a mirar dois funcionários da instituição e adquiriu novos contornos políticos ao alcançar familiar de uma ex-deputada brasiliense.

Ao todo, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão, incluindo diligências em uma agência localizada em Taguatinga.

Os servidores são suspeitos de envolvimento em operações irregulares relacionadas à venda de ativos para fundos de investimento.

Na aparência, essa operação atinge só peixes relativamente pequenos.

Mas só na aparência.

O Buriti sabe que ainda estão em cargos com poder decisório figuras ligadas ao ex-presidente Paulo Henrique Costa, e estes, sim, são os alvos a serem alcançados nos próximos dias.

Segundo informações oficiais, a investigação foi provocada pela atual gestão do BRB após a identificação de indícios de irregularidades em processos internos.

O pedido de apuração partiu do Governo do Distrito Federal, sob determinação da governadora Celina Leão.

Em nota, a governadora destacou que a operação conduzida pela Polícia Civil do Distrito Federal decorre diretamente de iniciativa do próprio banco.

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