Adversário histórico do saidão de presidiários e patrocinador de tentativas de acabar com a iniciativa, o deputado brasiliense Alberto Fraga descobriu dois incidentes recentes.
O primeiro é o de um preso que aproveitou o saidão para matar a mãe adotiva e estuprar as irmãs. Logo em seguida, a Justiça do Distrito Federal liberou para o saidão um assassino condenado, alegando que ele “tem bom comportamento”.
Meia hora depois, Fraga já tinha colocado os dois casos nas redes sociais e estava no ar cobrando a proibição definitiva de saidões e saidinhas de presidiários.
Mais: foi à tribuna da Câmara para comentar que “um monstro desses”, referindo-se ao estuprador, não pode ter benefício da lei ou da Justiça.
“Por isso, nós aprovamos aqui o fim do Saidão. O ideal”, concluiu, “é acabar de uma vez por todas com esses benefícios previstos na Lei de Execução Penal que só atrapalham a segurança pública do nosso país”.