Agora já se sabe por que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, suspendeu as férias, procurou vários ministros para conversas confidenciais e até viajou a São Luís para trocar ideias com o também ministro Flávio Dino.
O assunto, já se sabia, era o colega Dias Toffoli. Mas não se referia apenas aos desastres na condução do caso Master, mas à revelação de que o resort Tayaya, vinculado à família dele, inclui um cassino com a prática de jogos de azar, parte deles permitida pela legislação brasileira, mas parte não.
A questão chegou à mídia e tende a atrair mais atenção negativa para o Supremo.