Menu
Do Alto da Torre
Do Alto da Torre

Grass chama a Seleção de “time sem alma”

essa seleção não tem nada a ver com o Brasil e seu povo

Eduardo Brito

06/07/2026 18h22

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Após ter acompanhado todos os jogos do Brasil com o uniforme canarinho, o candidato petista ao Buriti, Leandro Grass (foto), não se conformou com a eliminação precoce diante da Noruega.

Declarou, na manhã após o jogo decisivo, que se tratava de “time sem alma, com muitos convocados sem mérito, inventados por empresários e pela CBF”.

Para Grass, tratou-se de “mais um vexame que envergonha o país e um reflexo do que é a gestão do futebol brasileiro: medíocre”.

Pior, para Grass, “essa seleção não tem nada a ver com o Brasil e seu povo”.

A propósito, o candidato petista avisou que pretende torcer agora por três seleções que ainda não ganharam uma Copa, as de três países do chamado Terceiro Mundo: Colômbia, Marrocos e México.

PV indica vice para a chapa

A chapa da federação petista para o Buriti está até agora sem um vice formal para Leandro Grass, pois o cargo vinha sendo reservado para uma coligação com o PSB, caso o partido abrisse mão da candidatura do ex-interventor Ricardo Cappelli.

Até agora, isso não aconteceu e, pelo contrário, o PSB brasiliense está reforçando seu voo solo, cobrando à sua direção nacional que pressione o Planalto para abrir mão da cabeça de chapa.

De seu lado, o PT está provocando os adversários nas redes sociais, inclusive chamando Cappelli de “forasteiro fanfarrão e egoísta”, embora isso seja desautorizado pela cúpula.

De outro, surgiu um nome de vice, indicado pelo PV, o da militante Dora Gomes (foto), que nunca exerceu mandato.

Embora integrante da federação PT-PV-PCdoB e sendo a legenda original de Grass, os verdes não faziam parte da chapa majoritária.

O PT indicou Grass, as duas cadeiras de senadoras estão com Leila Barros, do PDT, e Érika Kokay, do PT, com suplências do PSOL e do próprio PT.

Dora Gomes representaria o PV nessa chapa.

Ela se diz “negra, empreendedora e ativista social” e oferece sua “capacidade de articulação”.

Acrescenta que sua escolha representaria “um sinal de esperança para tantas mulheres que sonham ocupar espaços de decisão”.

O martelo ainda não está batido, mas o nome, colocado.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado