A proibição do pagamento em dinheiro, no interior dos ônibus do DF tende a extinguir a atividade de cobrador de ônibus, parcela expressiva da mão de obra das empresas operadoras.
A distrital Paula Belmonte pediu explicações à Secretaria de Transporte e Mobilidade e ao Ministério Público do Trabalho sobre essa situação.
A distrital questiona se as operadoras têm algum plano de qualificação e aproveitamento desses profissionais em outras áreas e qual a opção ao passageiro sem acesso aos meios de pagamento eletrônico.
“Toda melhora no serviço é bem-vinda e a tecnologia é uma grande facilitadora das nossas vidas. No entanto, não podemos avançar às custas da demissão em massa de milhares de trabalhadores, e nem prejudicar o acesso da população ao transporte público”, defende a parlamentar.