Já são dois os votos de ministros do Supremo Tribunal Federal para rever as modificações aplicadas pelo Congresso à chamada Lei da Ficha Limpa no ano passado.
Se essas mudanças forem derrubadas, como preveem esses dois votos, os beneficiados por elas voltarão a ficar inelegíveis.
Nesse caso, não poderão ser candidatos este ano.
Na prática, seriam cassadas candidaturas como as do ex-governador José Roberto Arruda, no Distrito Federal, Anthony Garotinho, no Rio de Janeiro, e Eduardo Cunha, agora por Minas Gerais.
O segundo voto, no plenário virtual do Supremo, foi dado pelo ministro Luiz Fux, acompanhando a relatora Cármen Lúcia.
Ainda faltam os votos de oito ministros, que podem ser dados até a noite de sexta-feira.