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Do Alto da Torre

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Desde 2015, a indústria no Brasil tem perdido fôlego e fechado postos de trabalho

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Lucas Valença
lucas.valenca@grupojbr.com

 

Mais confiança industrial
No Distrito Federal, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), fez pesquisa replicada pela Fibra-DF com representantes de 142 indústrias presentes na capital. Nem todas elas são sindicalizadas e ligadas à Fibra, mas o crescimento de cinco pontos percentuais no quesito de confiança econômica é simbólico. Desde abril de 2016, em meio ao processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o gráfico tem crescido, ainda que a economia real ainda não tenha acompanhado a espera. Desde 2015, a indústria no Brasil tem perdido fôlego e fechado postos de trabalho. O conforto é verificar que o quadro não desanima, já que a confiança continua subindo e subindo…

 

Vistoria certa

Um grupo de trabalho para vistoriar as 32 faculdades de Direito na capital será formado pela Ordem dos Advogados do Brasil da capital (OAB-DF). As visitas, que serão comandadas pela Comissão de Ensino Jurídico, devem observar a qualidade dos cursos das instituições públicas e privadas. O DF é o ente da Federação que tem a maior proporção de advogado por habitante. Para cada profissional do Direito, há 66 brasilienses.

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Obras em Santa Maria

A cidade de Santa Maria deve receber 42 câmeras de monitoramento 24h que serão instaladas em pontos com índices elevados de criminalidade. Replicado em outras regiões administrativas, o local também deve trocar a iluminação das principais avenidas da cidade. Para o sistema de LED, estão previstas 546 lâmpadas trocadas. Os recursos, orçados em R$ 620 mil para a instalação do sistema de segurança e R$ 700 mil para a troca das luzes, foram destinados pela deputada Jaqueline Silva (PTB). As secretarias de Obras e de Segurança já trabalham para iniciar as instalações no local que é considerada base eleitoral da distrital.

 

Prestação de contas I

Famoso pelos cortes no gabinete, e por atuar com apenas 8 servidores, a economia direta do mandato do senador José Reguffe (Sem partido/foto) aos cofres públicos chegou a um total de R$ 16,7 milhões. Os números foram apresentados em pronunciamento proferido ontem no plenário do Senado. A fala mantém a linha de pensamento do parlamentar de que o representante popular deve ser o mais transparente com a sociedade. Entre os dados apresentados, estão os 45 projetos e 11 PECs protocolados. Ao longo do mandato, três destes projetos foram aprovados, mas ainda tramitam na Câmara. Em atuação recente, o parlamentar ajudou a impedir o aumento das taxas dos cartórios no DF. “Um mandato não se mede apenas pelo que se faz, mas também pelo que se evita que façam”, afirmou.

Prestação de contas II

Sobre as emendas parlamentares, o senador destacou os recursos destinados a áreas essenciais. À saúde, os valores foram usados para a compra de medicamentos para o câncer, equipamentos hospitalares e 14 ambulâncias novas para o SAMU. A reforma de escolas e a compra de viaturas para a polícia e o corpo de bombeiros do DF também foram foco dos valores. O senador também é um dos pouquíssimos congressistas a ter 100% de presença nas sessões deliberativas.


Congresso político

Com um foco crítico às políticas do Planalto com relação, em especial, à educação, a União Nacional dos Estudantes (UNE) promove seu 57º Congresso na capital federal. Com a presença de todas as seccionais da entidade, a expectativa de público foi aumentou para 15 mil pessoas. Previsto para acabar no domingo (14), o evento terá palestras de dois presidenciáveis da última eleição, Ciro Gomes e Guilheme Boulos. Também confirmou presença o jornalista Glenn Greenwald, editor e fundador do site The Intercept Brasil, veículo que tem divulgado supostas mensagens ilegais entre o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e integrantes do Ministério Público.


Aniversário contínuo

Amanhã se completam dois anos da sanção da Lei 13.465/17, que regularizou terras da União em áreas urbanas e rurais. Até hoje a legislação é comemorada pelo senador Izalci Lucas (PSDB), que, enquanto deputado federal, presidiu a Comissão Mista da MP (que virou a lei). À época, o congressista emplacou três emendas que beneficiaram condomínios e áreas rurais do DF.


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