A ex-governadora e ex-deputada Maria de Lourdes Abadia (foto) reuniu-se com a Executiva do PSD para discutir o fortalecimento das chapas para as eleições proporcionais, em especial para distrital, cargo a que concorre este ano.
O encontro, realizado de forma discreta, reuniu dirigentes do partido em um momento considerado estratégico para a definição de rumos internos e para a consolidação de uma estrutura capaz de sustentar as candidaturas que o PSD pretende lançar ou apoiar no próximo pleito.
A cobrança dos candidatos está na concentração dos esforços da campanha na cabeça da chapa, ou seja, na eleição do ex-governador José Roberto Arruda em sua campanha para retornar ao Buriti.
Arruda chegou a dizer que a prioridade seria essa, tanto que nem indicaria candidatos ao Senado para não dispersar as atenções.
Até agora, apenas o também ex-governador Paulo Octávio foi lançado para senador, mas, até agora, sem maior visibilidade. Nem o vice foi escolhido.
O problema é que o PSD tem como estratégia ampliar seu número de deputados federais – são 48, a quarta maior bancada, atrás apenas de PL e PT, e quase empatada com a União –, prioridade, uma vez que seu número define a participação no cobiçado fundo partidário, assim como rádio e TV.
No Distrito Federal, porém, não existe ainda uma campanha forte para a Câmara Federal.
Para distritais, há três ou quatro nomes mais fortes, mas, sem uma ação mais incisiva do partido, teme-se que não se atinja o quociente eleitoral.