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Analice Nicolau
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Transição de Carreira – 4 mulheres que fizeram e hoje são destaques na área que atuam

A transição de carreira pode ser positiva? De acordo com essas executivas, sim

Analice Nicolau

23/02/2022 13h30

A transição de carreira pode ser positiva? De acordo com essas executivas, sim

Desde a infância, toda criança já recebe a pergunta: “o que você vai ser quando crescer?”. A resposta pode mudar com o tempo, mas é comum que as pessoas decidam o rumo profissional entre 16 e 20 anos, idade em que muitos fazem o vestibular para conseguirem um lugar na faculdade dos sonhos. Mas, e depois que você já está empregado e na área… é possível mudar de ideia e tentar outro caminho? Quatro mulheres poderosas mostram que sim!

A transição de carreira pode parecer algo absurdo para quem ama o que faz, mas uma ótima alternativa para quem já não se identifica mais com o que faz. Esse tipo de situação tira o trabalhador da zona de conforto e o conecta ainda mais com os propósitos dele, por isso é importante focar em algo que você ame, e não apenas mudar de carreira por dinheiro.

Um dos casos que a transição deu muito certo foi com Lisiane Lemos, especialista em Tecnologia e cofundadora do Conselheira 101. “Paciência e resiliência. A transição não é uma coisa que acontece do dia pra noite. Exige recursos, networking e planejamento. Provavelmente você vai fazer dezenas de entrevistas antes de dar certo e isso exige paciência e resiliência”, aconselha.

Lisiane é advogada por formação e atuava na área de direitos humanos. Após um intercâmbio em Moçambique, na África, ela decidiu focar na área da tecnologia. Hoje, ela é Gerente de Programas de Recrutamento de Diversidade, Inclusão e Equidade, e concilia inovação e impacto social dentro e fora das empresas onde trabalha, pautada pelo seu próprio desenvolvimento pessoal e profissional.

Outra mulher que se deu bem com a transição foi Viviane Elias Moreira, atual C-Level da 99jobs e Co-fundadora da Edtech Plurie br. Ela tem formação em Processos Gerenciais, MBA em Business Information Security e Cyber Security. Ela focava nos segmentos varejistas, financeiro, seguros e saúde, mas hoje se volta a um modelo de negócio que visa educação contínua nas empresas e organizações.

Natalie Melaré, presidente-fundadora do Instituto Devolver, também entra nessa lista. Ela tinha uma carreira de sucesso no marketing e em Relações Públicas, mas em 2018 começou a buscar outro sonho. Com intuito de mudar a educação no Brasil, ela criou o Instituto Devolver, uma organização sem fins lucrativos, para apoiar crianças carentes no Brasil. “A transição de carreira nunca é algo fácil. Eu me preparei e, hoje, possuo Certificado de Extensão em Gestão de Atividades Sem Fins Lucrativos por Harvard e Programa de Educação Executiva de Oxford, em Investimentos de Impacto”, conclui.

Por último, mas não menos importante, temos a história de Vera Bermudo. Com mais de 20 anos de experiência em administração e contabilidade, ela deixou a vida corporativa para se dedicar aos chás. Ela investiu na sociedade da Chá D? e, hoje, é membro no Conselho Fiscal da GEBSA Prev, Conselheira Consultiva da Unimed, e concilia a atuação como líder para as áreas de finanças e parcerias estratégicas da Chá Dô.

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