Mais do que festival, a Cidade da Música se consolida como palco de conexões entre cultura, empreendedorismo e impacto econômico bilionário na capital paulista.
São Paulo respira expectativa. Faltando um dia para o início do The Town 2025, e o clima que já tomou conta da Cidade da Música vai muito além da ansiedade por assistir a grandes shows de Travis Scott, Green Day, Mariah Carey, Backstreet Boys e Katy Perry. O evento-teste realizado nesta semana deixou claro: o festival não é apenas sobre música, mas sobre gerar experiências, movimentar economia e criar oportunidades.
Em sua segunda edição, o The Town projeta um impacto econômico de R$ 2,2 bilhões e 26,3 mil empregos, diretos e indiretos. É como se cada batida ecoasse também na geração de renda, empregos e estímulos para o empreendedorismo criativo. Da cenografia grandiosa aos detalhes do cardápio assinado por Henrique Fogaça, tudo no festival é pensado como um grande laboratório de inovação e negócios.

“Queremos que as pessoas sejam felizes e celebrem a vida com música, arte e experiências”, disse Roberta Medina, vice-presidente do Rock World. Essa declaração simples resgata a essência do festival: criar um espaço em que cultura e economia caminham juntas, provando que investir em entretenimento é investir em desenvolvimento.
A grandiosa estrutura de 460 mil m² no Autódromo de Interlagos representa mais que cenário: é o reflexo de uma cidade que entende a potência da economia criativa. Palcos inspirados nos arranha-céus e na história da capital misturam arte e arquitetura, orgulhando São Paulo com uma vitrine global.
E se a Cidade da Música impressiona pelo gigantismo, o impacto humano é ainda maior. Pequenos negócios envolvidos, fornecedores, artistas independentes, profissionais técnicos e até startups de tecnologia, encontram no festival um espaço para expandir atuação, conectar-se a marcas e serem parte de um ecossistema pulsante.
São Paulo, cidade que desafia o impossível todas as manhãs, vê no The Town uma extensão do seu espírito empreendedor: não apenas receber o mundo, mas também apresentar ao mundo o que tem de melhor.
Experiências que marcam gerações
Na prévia do festival, convidados já puderam sentir essa força. Desde o voo inédito da Esquadrilha Céu até as ativações de marcas, cada detalhe foi planejado para tornar a experiência inesquecível. Fantasia, inovação, gastronomia, dança e arte se misturam em um espetáculo que só poderia nascer de uma cidade que respira diversidade.
Mais do que entretenimento, o The Town entrega propósito. Está nas oportunidades de emprego, nos profissionais que encontram novos caminhos, nos parceiros que enxergam no festival um ambiente de negócios. E, acima de tudo, está nas pessoas que, por alguns dias, deixam os problemas do lado de fora dos portões, para viver intensamente.
Ao unir música, cultura, turismo, inovação e negócios, o The Town reafirma que festas grandiosas não são apenas espetáculo, mas também estratégia de desenvolvimento econômico e social. O legado que começou em 2023 agora cresce, trazendo para a capital paulista renda, visibilidade internacional e reafirmando o poder transformador que tem um evento cultural de impacto global.
Em setembro, São Paulo não será palco de uma festa, mas sim de uma cidade que sonha junto, que se reinventa a cada edição e que entende que empreender é também emocionar. Porque no fim, o que fica é o que nenhum relatório econômico consegue medir: a experiência de estar presente, de viver intensamente e de se sentir parte de algo maior.