Há os que dizem, vagamente, “minha vida daria um filme” e os que não deixam passar batida essa possibilidade. Um desses belos exemplos é Edna Freeman.
A recifense, que conquistou o quarto lugar entre as trinta personalidades digitais de destaque da cidade de San Francisco, elaborada pela revista “Soeleish San Francisco Magazine”, está em conversas adiantadas para ver a sua trajetória, da época difícil em Pernambuco à carreira de atriz e garota-propaganda na Califórnia, contada por meio de uma produção artística.

A recifense, que conquistou o quarto lugar entre as trinta personalidades digitais de destaque da cidade de San Francisco, elaborada pela revista “Soeleish San Francisco Magazine”
Sem esconder a alegria, não minimizou elogios ao trabalho do cineasta Dan Ortega, nome por trás da obra audiovisual. Em linhas gerais, o projeto retrata o desejo de uma imigrante, após viver tanto tempo nos Estados Unidos e perceber que perdeu a sua identidade, ir em busca de suas origens.
“Eu sou grata por ser cidadã americana, ter dupla cidadania, mas não posso esquecer que sou brasileira, que tenho minhas raízes e, principalmente, [sinto vontade] de me juntar com meu povo”, manifestou-se ao site, com exclusividade.

Sem esconder a alegria, não minimizou elogios ao trabalho do cineasta Dan Ortega, nome por trás da obra audiovisual
Contudo, vale destacar que, quando disse que 2022 traria muitas novidades para os que a acompanham nas redes sociais e gostam de suas publicações, Freeman não falou da boca pra fora, não. É que ela também está quase colocando em prática outros desejos antigos: lançar o seu livro de ficção para o público adulto, no estilo fantasia como a saga de “Crepúsculo”, e entrar em estúdio para produzir um CD, ainda sem título definido.