Há algumas décadas quase não se falava em procedimentos alternativos para reprodução humana, até porque o valor fazia com que esses métodos se tornassem quase impossíveis para alguns casais. Mas, nos últimos anos, muitas pessoas tem optado pela fertilização in vitro (FIV) ou congelamento de óvulos, de acordo com Dani Ejzenberg, especialista da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva.

“Os pacientes buscam um tratamento mais individualizado que mistura o melhor da tecnologia com um olhar específico para cada caso. Muitas vezes querem certezas que a ciência ainda não pode oferecer”, diz Dani
Com a pandemia de Covid-19, a busca por estabilidade financeira e a ascensão feminina no mercado de trabalho, houve uma alta procura de congelamento de óvulos. O método é usado pelas mulheres que querem engravidar no futuro e preferem garantir que a idade não a atrapalhem a conquistar esse sonho.
Já a FIV tem sido a resposta mais procurada por aqueles casais que descobriram ter algum problema para engravidar.

Enquanto o congelamento de óvulos é tendência, o congelamento de sêmen é a novidade do mercado
“As análises dos embriões através de inteligência artificial ou de técnicas não-invasivas de biópsia são as novidades dos últimos anos. Temos observado um aumento do número de casos de transplante de útero em vários países que podem fazer com que em breve esta terapia possa ser oferecida em centros especializados”, comenta Ejzenberg.
O Conselho Federal de Medicina já afirmou que em breve haverá também a possibilidade de um banco de sêmen e ovodoação, nas quais parentes de um casal infértil poderão ser doadores de óvulos e espermatozóides com intuito de colaborar no tratamento. Dani Ejzenberg acredita que os procedimentos que devem crescer ainda mais é a preservação da fertilidade, o congelamento de óvulos e o congelamento de sêmen.

