O mercado de criptoativos está em constante crescimento, basta mencionar a bola da vez, os NFT (non-fungible token, ou token não fungível) que são o assunto do momento tão propalados como os “bitcoins” ou “Ethereum”.
Apesar de o “boom” dos NFTs ter se dado em razão da arte, os NFTs podem na verdade representar qualquer espécie de ativo, com um selo ou uma música.
Dessa maneira, pela possibilidade de transações por meio de criptomoedas como “bitcoins” ou “Ethereum”, ou pela compra de ativos em NFTs, possibilita que o patrimônio das pessoas se concretize com segurança totalmente pelo meio digital. Oficializando essa modernidade, a Receita Federal já tributa e regulamenta o mercado pela Instrução Normativa n. 1.888/2019. Essas evoluções tecnológicas conferem estabilidade e segurança jurídica ao mercado, o que não mais se discute em matéria de criptoativos.

Acompanhando a inovação, Rentalcoins dada a estrutura típica de uma grande corporação do Vale do Silício, com sede em Curitiba, no Paraná, acompanha o crescimento e variações do mercado e retém atualmente criptoativos que ultrapassa o valor transacionado por alguns bancos quando comparadas as realidades
Nesse sentido, a eclosão da guerra Rússia-Ucrânia com posteriores sanções econômicas ao governo russo e banimento dos bancos russos do sistema de câmbio bancário internacional (Código SWIFT), enseja ainda maior abertura ao mercado de criptoativos, seja por criptomoedas ou NFTs (token não fungível).

Apesar de o “boom” dos NFTs ter se dado em razão da arte, os NFTs podem na verdade representar qualquer espécie de ativo, com um selo ou uma música
O cenário atual cria possibilidades para que os criptoativos se legitimarem com a forma mais importante de transferência internacional de recursos em detrimento do câmbio bancário tradicional, principalmente pela ausência de fronteiras e resiliência típica para enfrentar crises, permitindo-se melhor liquidez do que uma poupança, por exemplo.
Acompanhando a inovação, Rentalcoins dada a estrutura típica de uma grande corporação do Vale do Silício, com sede em Curitiba, no Paraná, acompanha o crescimento e variações do mercado e retém atualmente criptoativos que ultrapassa o valor transacionado por alguns bancos quando comparadas as realidades.