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Analice Nicolau
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Rennan da Penha retorna a FLUP 2022 e fala sobre importância do funk para o Rio

DJ e empresário participou da mesa “Do Afro ao Funk” nesta terça-feira (15)

Analice Nicolau

16/02/2022 11h00

DJ e empresário participou da mesa “Do Afro ao Funk” nesta terça-feira (15)

A efervescência cultural da cidade do Rio de Janeiro na década de 1920 é destaque da Festa Literária das Periferias, que vai até o próximo dia 18, com uma extensa programação. Entre os destaques dessa edição, está Rennan da Penha. O carioca, que tocou no dia 13, retornou ao Museu de Arte do Rio, onde acontece a Flup, na última terça-feira (15) para uma roda de conversa sobre a cultura afro e o funk com Angélica Ferrarez, Vitor Ogun Yandê e sob mediação de Taísa Machado.

Sobre o tema, Rennan comentou a quebra de barreiras, apesar de todo o preconceito em torno do ritmo: “O funk ainda não tem o reconhecimento merecido, mas não há como negar que o ritmo está quebrando barreiras, ainda de maneira lenta, mas estamos caminhando. A minha presença neste evento é a prova viva deste avanço. Quando me faço presente, em lugares de projeção cultural, milhares de jovens funkeiros, periféricos e muito talentosos se enxergam”, explicou.

Para ele, esse é o verdadeiro significado de representatividade. O artista reitera que o ritmo não deve ser marginalizado e, sim, ter um apoio de todas as camadas da sociedade.

“O que a comunidade precisa é de incentivo governamental para dar apoio e suporte para essas vozes. Até pouco tempo, quem diria que eu estaria fazendo um show dentro de um dos Museus do Rio, como parte de um evento cultural? Então, rola uma esperança de que estamos caminhando”

Rennan não escondeu a alegria de ser convidado para um evento de tamanho porte como a Flup: “Fiquei muito honrado e feliz pelo convite do evento. Foi uma experiência incrível”, contou.

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