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Analice Nicolau
Analice Nicolau

Queijaria de Minas Gerais integra livro comemorativo de 50 anos do SEBRAE

A empresa “Queijo D’Alagoa-MG” faz parte da publicação dos “50 anos de Pequenos Negócios e Grandes Histórias”

Analice Nicolau

29/11/2022 10h00

A empresa “Queijo D’Alagoa-MG” é uma das selecionadas para o livro “50 anos de Pequenos Negócios e Grandes Histórias” do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas,). A iniciativa comemora as cinco décadas do serviço de apoio contando histórias de sucesso. 

Queijo D’Alagoa-MG” ilustra o calendário de mesa do SEBRAE deste mês. (Foto: Reprodução/Instagram)

O foco está em apresentar as experiências de empresas de todo o Brasil, com um compilado de entrevistas dos empreendedores. Entre as iniciativas está a queijaria mineira “Queijo D’Alagoa-MG” que ilustra o calendário de mesa do SEBRAE deste mês.

Idealizada por Oswaldo Filho, a empresa superou os desafios instaurados pela pandemia e atualmente conta com mais de 40 prêmios nacionais e internacionais. “No momento atual, a demanda pelo queijo artesanal é crescente. Oferecer um produto de qualidade, com origem e rastreabilidade através das ferramentas digitais, digo por experiência própria, pode fazer muita diferença para os produtores e empresários do setor”, analisou.

Segundo o empreendedor, Oswaldo Filho, essa é uma forma de manter a cultura viva e agregar valor à economia regional (Foto: Reprodução/Instagram)

Há cerca de 13 anos ele criou o portal de vendas online, como meio de comercializar para todo o Brasil. No momento, famílias de pequenos produtores também são parceiras da queijaria virtual. A ação colabora para o reconhecimento do produtor, assim como fomenta o turismo local e fortalece a atividade da agência dos Correios da cidade, através do contrato de postagem.

Desde 2009, empresa conta com um portal de vendas oline que atende todo o Brasil (Foto: Reprodução/Instagram)

O empreendedor salientou ainda que o pequeno produtor ama o que faz e ajudam a preservar a história do mercado e manter a cultura viva, além de agregar valor à economia regional.

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