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Política e religião se misturam: The Economist analisa o papel dos evangélicos na escolha do próximo presidente do Brasil

Publicação de grande prestígio internacional teve como fonte a pesquisa do PHD em Ciência Política, Victor Araújo

Por Analice Nicolau 16/05/2022 4h00
Publicação de grande prestígio internacional teve como fonte a pesquisa do PHD em Ciência Política, Victor Araújo

O dito popular afirma que futebol, política e religião não se discutem. Porém, essa expressão tem feito cada vez menos sentido quando se trata do cenário político atual no Brasil. O The Economist, uma das publicações de maior prestígio internacional, publicou uma matéria neste fim de semana que apresenta uma análise sobre o papel dos evangélicos na escolha do próximo presidente do Brasil.

A reportagem destaca algum dos motivos pelos quais grupos evangélicos votam em Bolsonaro: alinhamento por crenças morais, tendências conservadoras e maior exposição às fake news. O texto, porém, também destaca que nem todos os evangélicos pensam de forma homogênea e que as “mega igrejas” não representam a infinidade de comunidades que existem em todo o país.

”A religião distrai os pobres?

Quem serviu de fonte para este material foi o cientista político e pesquisador, Victor Araújo. Professor na Universidade de Zurique, na Suíça. Natural de Minas Gerais, Victor é especialista no uso de métodos estatísticos e computacionais para entender como as pessoas votam.

Recentemente, Araújo lançou o livro “A Religião Distrai Os Pobres?”, que aprofunda o comportamento dos eleitores evangélicos brasileiros. A obra mostra como os grupos pentecostais contribuíram para a propagação do conservadorismo no Brasil, em países da África e em outros lugares do mundo.








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