Às vezes aquela gordurinha ou inchaço pode parecer inofensivo para alguém, mas pode ser um grande problema, principalmente para o futuro de crianças e adolescentes. Dados globais mostraram que 1 em cada 5 adolescente não percebe que tem obesidade, e 1 em cada 3 pais desconhecem o diagnóstico.

A obesidade é o excesso de gordura corporal, o que pode gerar grandes riscos de problemas de saúde na vida de quem tem. No Brasil, estima-se que 6,4 milhões de crianças sofrem com excesso de peso, sendo que 3,1 milhões já evoluíram para obesidade. É importante estar atento, pois o não conhecimento de que a pessoa sofre com a obesidade pode levar a uma onda crescente de doenças crônicas, incluindo problemas de saúde mental, doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e outros.

De acordo com um estudo patrocinado pela Novo Nordisk e apresentado no Congresso Europeu de Obesidade (ECO) em Maastricht, Holanda, o estudo ACTION teens, as crianças que vivem com obesidade enfrentam um risco três vezes maior de morte no início da idade adulta do que as que vivem sem.

“Os resultados mostram que os adolescentes querem perder peso e melhorar sua saúde. No entanto, 1 em cada 3 adolescentes se sente incapaz de falar com os pais e muitos recorrem às mídias sociais para orientação. É difícil entender a pressão para esses adolescentes, especialmente porque dois terços acreditam que é sua responsabilidade exclusiva perder peso”, diz Vicki Mooney, autora do estudo ACTION teens.

Para definir se alguém está acima do peso é necessário usar a calculadora de Índice de Massa Corporal (IMC), que pode ser encontrada no site da campanha Saúde Não Se Pesa, um movimento para conscientização sobre obesidade coordenado pela Novo Nordisk em parceria com a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO), cujo objetivo é dar luz à obesidade como doença crônica, trazendo o assunto para debate.