Faltando ainda 12 dias para o aguardado ‘Numanice’ no Rio de Janeiro, que vai ser realizado no dia 8 de julho, no estádio Nilton Santos, o Engenhão, os ingressos para a pista do evento já estão esgotados. Para nenhum fã ficar de fora do espetáculo, porém, a cantora Ludmilla já mandou avisar que um novo setor foi aberto para ninguém ficar de fora.

Com ingressos esgotados em todas as apresentações até o momento, Ludmilla vê seu projeto despretensioso de cantar pagode alcançar patamares surpreendentes. Os ingressos para o show em São Paulo, no início de maio, esgotaram em apenas 33 minutos, resultando em uma data extra. No Rio de Janeiro, onde Ludmilla já se apresentou na Marquês de Sapucaí, o show será ainda maior, no estádio Nilton Santos, o Engenhão.

Tudo começou em 2019, quando Ludmilla surpreendeu o público durante a gravação de um DVD do grupo “Vou Pro Sereno” ao mostrar seu talento no pagode. Impressionados, os fãs pediram para que ela explorasse mais esse estilo musical. A cantora aceitou o desafio com a condição de ser premiada como ‘Cantora do Ano’ no Prêmio Multishow de 2019. Após levar o prêmio, ela lançou um EP com seis músicas inéditas e gravou um registro audiovisual no Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, em novembro de 2020. Assim nasceu o Numanice.

Desde então, o projeto se tornou um dos maiores sucessos da artista. São três álbuns, dois registros audiovisuais e diversos shows realizados. As músicas do disco, disponíveis nas principais plataformas digitais, já ultrapassaram a marca de um bilhão de streams. Em 2022, o álbum “Numanice #2” rendeu a Ludmilla o seu primeiro prêmio no Grammy Latino, na categoria “Melhor álbum de Samba/Pagode”.
“O Numanice foi abraçado de um jeito que jamais imaginei e, por tabela, me sinto abraçada e acarinhada também. O meu sonho era poder curtir ali junto, como público, mas Deus me fez instrumento para levar alegria e sou muito feliz e realizada em poder fazer essa grande festa e cumprir essa missão, que sempre foi o meu sonho, cantar, alegrar e emocionar as pessoas com o meu trabalho. Esse evento tem uma vibe, uma propriedade, uma identidade só dele, é incrível de ver e, também, ouvir as pessoas falando dele. Obrigada a todos vocês, que fizeram isso possível. O Numanice é nosso” – declara a artista.