Em razão do ‘Dia Mundial do Meio Ambiente’, comemorado em 5 de junho, a Melhoramentos – companhia de capital aberto que controla empresas do setor editorial, negócios de base florestal renovável e imobiliário – relata diversas iniciativas sustentáveis e de preservação ao meio ambiente. Uma delas, voltada para a economia circular, permite a compostagem de cerca de 15,9 mil toneladas de resíduos provenientes de sua unidade de produção em 2022.

Em parceria com a empresa ‘Terra de Cultivo’, cerca de 1.100 toneladas de lodo, 215 toneladas de resíduos de madeiras e mais de 1,1 tonelada de resíduos orgânicos do restaurante da empresa passam, por mês, por um processo de compostagem e são transformados em fertilizante organomineral – que são combinações de fontes orgânicas, como o esterco animal de aves e suínos, com outro fertilizante mineral.
Este processo segue os conceitos da economia circular – um conceito que repensar a forma de desenhar, produzir e comercializar produtos para garantir o uso e a recuperação inteligente dos recursos naturais – uma vez que o resíduo é reaproveitado e retorna à natureza.

Com uma área de 148 milhões de m², sendo grande parte dessas propriedades localizada ao redor de São Paulo (Caieiras, Cajamar e Bragança Paulista) e no Sul de Minas (Camanducaia), a Melhoramentos mantém 79 milhões de m² de áreas de florestas dedicadas à preservação. Também do total das áreas nativas, 3.740 hectares são classificados como Florestas de Alto Valor de Conservação (FAVC).

Desde 2011, a Melhoramentos Florestal tem o certificado FSC®️ (Forest Stewardship Council®️), que garante as práticas de gestão responsável e o uso racional das florestas, buscando manter em equilíbrio os interesses econômicos, sociais e ambientais. As práticas de conservação das matas nativas e das nascentes nas propriedades da empresa, além dos corredores para animais, propiciam o aparecimento de espécies raras e ameaçadas de extinção, como o macaco muriqui-do-sul, encontrado por biólogos em uma área protegida pela empresa na região de Monte Verde, em Camanducaia (MG).
Em suas áreas, a empresa mantém ainda 819 nascentes catalogadas, todas monitoradas e preservadas. A empresa também investe em inovações para a aplicação da fibra de celulose de alto rendimento. O aproveitamento da madeira na fibra de alto rendimento é quase o dobro se comparado à celulose convencional. De base renovável e biodegradável, a matéria-prima usada na composição de embalagens de papel-cartão, papéis do tipo tissue, toalhas de papel, papéis sanitários e guardanapos, é um potencial substituta de materiais como o plástico.
“A Melhoramentos tem olhado para soluções que reduzam ou eliminem a geração de produtos de origem não renovável e buscado parceiros que também priorizem práticas de economia circular. Temos como premissa a produção e o consumo conscientes tanto em nossas operações como para a forma como contribuímos para o mercado ao fornecer a fibra de alto rendimento”, ressalta Karin Neves, diretora Jurídica, de Pessoas e Sustentabilidade da Melhoramentos.