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Analice Nicolau
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Maria tem Síndrome de Hulk? Sister constata atitudes agressivas e é expulsa do BBB

Telespectadores já notaram duas atitudes agressivas de Maria com outros participantes da casa

Analice Nicolau

16/02/2022 8h00

Atualizada 15/02/2022 16h58

Telespectadores já notaram duas atitudes agressivas de Maria com outros participantes da casa

Como de costume, na noite desta segunda-feira, 14, os participantes do Big Brother Brasil fizeram o “Jogo da Discórdia”. Dessa vez, os brothers precisaram usar um balde de água suja, mas uma sister passou do ponto na brincadeira. Maria foi expulsa no início da tarde desta terça-feira, 15, e especialistas levantaram a possibilidade da participante ter o Transtorno Explosivo Intermitente (TEI), conhecido popularmente como “Síndrome de Hulk”.


A cantora foi jogar a água do balde na Natália, mas jogou com tanta força que acabou agredindo a colega de confinamento com uma “baldada” na cabeça. No Jogo da Discórdia anterior, Maria teria tido outra atitude agressiva contra Arthur, ao colocar com força uma plaquinha no rosto do cantor.


Ambas as vezes, Maria admitiu que errou. “Ela [Natália] me deixou com muito ódio. Eu não raciocinei na hora que eu fiz, sabe? Segunda vez que sou agressiva, com o Arthur foi a mesma coisa. Ele me ‘emputeceu’ e eu fiz assim [gesticula um tapa] na cara dele. Já pedi desculpas e vou pedir de novo”, disse a cantora dentro da casa.


Acontece que comportamentos agressivos constantes podem ser reflexos de um transtorno. Dr. Alexander Bez, psicólogo e especialista em saúde mental, afirma que não é possível diagnosticar a sister apenas vendo o que foi transmitido na televisão. Mas, ele explica que quando a pessoa tem agressividades súbitas, em que ela não consegue controlar, pode ser um grande indício do TEI.


O psicólogo explica também que quem é diagnosticado com esse transtorno precisa de algum gatilho para despertar essa agressividade repentina e que essas atitudes pesadas costumam acontecer de três a quatro vezes na semana da pessoa. É importante observar se essa agressividade acontece em casos isolados em Maria ou se há um padrão repetitivo.


Vale destacar também que quem sofre da síndrome não tem atitudes violentas de propósito, é um impulso que faz parte da personalidade da pessoa quando algum gatilho é despertado. Não há cura total para quem é diagnosticado, mas é possível fazer um tratamento para controlar o transtorno, que envolve psicoterapia, ansiolítico, remédios para ansiedade e para controle do humor.

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