Ao longo de quase três décadas trabalhando como estatístico, Marcus Araujo acumulou bagagem suficiente para ser considerado um pensador do mercado imobiliário e retratar os rumos do ato de ‘morar’. Assim, após quatro edições do seu livro ‘Meu Imóvel, Meu Mundo’, que já tratavam do tema de forma bastante ampla e consistente, o autor decidiu revisitar seu best-seller e incluir informações imprescindíveis sobre o cenário atual que o mundo vive, em função da pandemia.
A quinta edição, publicada pela editora Imóvel Books, chega ao mercado em 2 de setembro, com uma introdução poética, inclui novos textos em todos os capítulos, e prefácio de Alexandre Frankel, CEO da Housi e fundador da Vitacon. “Meu Imóvel, Meu Mundo é, antes de tudo, uma revolucionária análise do que é habitação e do rumo que o setor está tomando para atender às novas demandas dos moradores do século XXI”, escreve Frankel.
A chegada da pandemia do novo Coronavírus acelerou mudanças importantes no mercado imobiliário, no Brasil e no mundo, uma vez que o imóvel residencial passou a ser o produto mais importante na vida das pessoas, misturando a ele, o espaço de trabalho e diversão por um longo período. Além disso, um novo público surgiu, adotou a filosofia de viver com menos e deseja habitar em comunidade, compartilhar, e aguarda mudanças no mercado para que possa experenciar essa nova realidade. Isso tudo é retratado nas 360 páginas do livro, principalmente no capítulo em que “Os sete novos públicos” são reapresentados, convidando o leitor a pensar nesse futuro imediato.
Além disso, o Mago do Imobiliário, ainda traz para o debate informações sobre a recente descoberta de mais um ancestral Homo na China, o paradoxo entre Elon Musk e Steve Jobs, com relação às suas moradias e a diversidade do mercado imobiliário. Em um passeio pela “breve história do imóvel” que escreveu, leva o leitor desde 70.000 a.C até 3.094 d.C., finalizando sua jornada pelas conclusões futuristas, em uma mistura de realidade e ficção com o epílogo inédito: “A evolução não cessa”.
“A proposta do ‘Meu Imóvel, Meu Mundo’ é a de sempre estar à frente do seu tempo, e essa nova edição tem o objetivo de manter a sua vocação de vanguarda, concentrado no futuro de morar”, explica Araujo.


