GML Engenharia lidera mercado nacional com excelência técnica e gestão estratégica para transformar grandes infraestruturas brasileiras
O cenário da infraestrutura brasileira não aceita mais o amadorismo. Enquanto o PIB do país ensaia passos cautelosos com projeção de 1,6%, o setor da construção civil acelera e deve crescer 2%, segundo dados da CNN Brasil. Mas esse avanço não pertence aos aventureiros; ele é o território daqueles que, como Marcio Massaud, entenderam que o futuro das nossas cidades exige uma combinação inegociável entre o peso da tradição mineira e a precisão da engenharia de alta performance.
Em Minas Gerais, onde o mercado respira uma solidez quase artesanal, Marcio Massaud é o nome por trás da GML Engenharia. Herdeiro de um legado de seis décadas na Viação Getúlio Vargas, empresa fundada em 1970 que moldou a mobilidade de Belo Horizonte, Massaud aprendeu cedo que empresas resilientes não são erguidas apenas com números, mas com cultura, disciplina e governança. Ele não apenas herdou uma história de sucesso; ele a usou como alicerce para projetar algo novo. Ao escolher a engenharia civil, ele enxergou um setor que clamava por gestão profissional e responsabilidade técnica real.
À frente da GML, Massaud transformou a companhia em um player robusto, com sede em Belo Horizonte e atuação nacional. A empresa hoje é um braço estratégico para os setores público e privado, acumulando mais de 300 obras entregues e uma estrutura que mobiliza 150 colaboradores. Em um estado que registrou R$ 65,3 bilhões em investimentos privados apenas no último ano, atingindo 134 municípios, a GML se posiciona no centro nevrálgico de projetos industriais e logísticos. Para Massaud, engenharia não é improviso; é planejamento e previsibilidade.

A transformação proposta pela GML é nítida: sair da passividade técnica para o protagonismo da entrega. Recentemente, a empresa provou sua força ao vencer um certame altamente competitivo contra dez grandes concorrentes do setor. O desafio envolveu uma obra de complexidade extrema: movimentar mais de 100 mil metros cúbicos de terra e executar 22 mil metros lineares de grampos e tirantes com capacidade de até 80 toneladas. Tudo isso sob o rigor de prazos desafiadores e períodos críticos de chuvas. O resultado? Segurança estrutural onde o mercado via apenas riscos operacionais.
O impacto dessa atuação ultrapassa os gráficos de faturamento, que a GML projeta expandir em 30% neste exercício. Trata-se de impacto social direto. Ao viabilizar obras de saneamento, pavimentação e contenção de encostas, a gestão de Massaud protege comunidades e garante o retorno sobre o investimento de grandes stakeholders. Segundo a Codemge, Minas já soma mais de R$ 20 bilhões em projetos de concessões e parcerias público-privadas. É nesse tabuleiro de alta complexidade que a GML joga, transformando capital em patrimônio duradouro para a sociedade.

Massaud também dedica seu olhar ao futuro da profissão. Ele alerta para uma desconexão perigosa: jovens engenheiros que dominam o cálculo, mas ignoram o propósito humano da obra. Para ele, o canteiro é um lugar de construção de confiança. “Quem entra nesse mercado precisa ter consciência de que cada obra representa segurança e a vida de milhares de pessoas“, afirma. Sua liderança não busca apenas levantar estruturas de concreto, mas elevar o padrão ético e técnico de toda uma indústria.
O futuro da infraestrutura no Brasil não espera, ele exige coragem e governança. Marcio Massaud e a GML Engenharia são a prova de que a tradição, quando aliada à inovação, não é um olhar para trás, mas o combustível para ir mais longe. Investir na seriedade dessa engenharia é, definitivamente, investir no futuro do país. De Belo Horizonte para o Brasil: a visão estratégica de Massaud eleva o padrão de entrega nacional.