O Museu Nacional/UFRJ e os parceiros do Projeto Museu Nacional Vive (cooperação técnica entre a UFRJ, A UNESCO e o Instituto Cultural Vale) celebram o sucesso da programação especial “Entre Gigantes: uma experiência no Museu Nacional”, que alcançou nesta quarta-feira (16/7) a marca de 10 mil visitantes, incluindo mais de 200 estudantes da rede pública de ensino.

A iniciativa convida o público a acessar temporariamente – pela primeira vez após o incêndio de 2018 – três ambientes internos da sede do Museu, o Paço de São Cristóvão, que segue em obras. Até o dia 31 de agosto, os visitantes têm a oportunidade de conferir os avanços no restauro do palácio; reencontrar um acervo icônico, o meteorito Bendegó; apreciar obras de Gustavo Caboco, artista visual wapichana; e conhecer uma conquista recente da instituição: o esqueleto de um cachalote, com 15,7 metros de comprimento, afixado na nova claraboia do edifício.
As visitas acontecem de terça a domingo, até 31 de agosto, de forma gratuita, a partir das 10h. Os ingressos antecipados estão esgotados, mas todos que se dirigem à fila de espera presencial têm conseguido acessar a experiência. A última possibilidade de entrada diária no palácio é às 15h, recomenda-se chegar até as 14h.

Operários da reconstrução do museu e trabalhadores da Quinta da Boa Vista vão conhecer a experiência nesta sexta-feira (18/7)
Duas visitas especiais acontecem nesta sexta-feira (18/7). Às 11h, cerca de 50 operários que atuam no restauro do palácio serão apresentados aos conteúdos científicos em exposição, como parte de um programa continuado de integração entre as equipes e aprimoramento de práticas profissionais. Já às 13h, será a vez dos trabalhadores da Quinta da Boa Vista (quiosqueiros, ambulantes, agentes de limpeza urbana) e de instituições vizinhas ao Museu entrarem pela primeira vez no palácio após o incêndio e participarem de mais uma etapa desta reconstrução.
Visitas com acessibilidade universal
Todos os públicos são bem-vindos à experiência. Além de educadores museais em todos os horários, o espaço de visitação conta com rampas para garantir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, há conteúdos audiovisuais com legendas e intérpretes de libras aos sábados (13h às 15h). Pessoas com altas habilidades, autismo, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade e outras características neurodivergentes são o público específico das sessões que acontecem sempre aos domingos, às 9h.
Sobre o projeto Museu Nacional vive
O Projeto Museu Nacional Vive coordena a reconstrução do Museu Nacional/UFRJ e desenvolve ações permanentes de comunicação e diálogo com a sociedade. A iniciativa é resultado de uma cooperação técnica entre a UFRJ, a UNESCO e o Instituto Cultural Vale. Conta com apoio financeiro do BNDES, patrocínio platina do Bradesco e da Vale; patrocínio prata do Itaú; patrocínio bronze da Eletrobras e da Cosan; apoio da Rede Itaú, do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Congresso Nacional e Governo Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Saiba mais em www.museunacionalvive.org.br