Luiz Calainho é um homem que se diz apaixonado pela cultura e pelas artes. Empresário, produtor cultural, conduz a holding L21, que tem negócios em diversos segmentos da economia criativa, como teatro, a música, o rádio e a internet.
Um dos responsáveis pela organização do Tim Music Noites Cariocas, ele fala sobre a longevidade e importância do festival, que em 2022 voltou Morro da Urca, no Rio de Janeiro, após um hiato de 12 anos em sua realização. A atual edição começou no dia 18 de março e seguirá até o dia 9 de abril.

“Sinto que tenho uma ligação espiritual com o Noites Cariocas, que é simplesmente o mais longevo festival de música pop do país ainda em atividade. O Rock in Rio só surgiu em 1985 e teve em seu line-up vários artistas que foram revelados justamente naquelas loucas noites da Urca”, conta.

O empresário também expõe as suas perspectivas para o setor de shows e entretenimento para os próximos anos. “As perspectivas são as melhores. Se teve uma coisa que ficou muito clara durante a pandemia é que a arte e a cultura são artigos de primeira necessidade. Tenho visto muita gente cheia de projetos e de entusiasmo nessa retomada. Produtores animados, artistas motivados, público sedento: o ecossistema do setor de entretenimento e eventos está carregado de energia”, afirma.
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