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Analice Nicolau
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JØY Brandt faz sucesso no Canadá com som do Brasil e fala sobre sua nova faixa: A Calma Acalma

Cantora destaca os desafios de viver da arte em diferentes países e da importância da música

Analice Nicolau

19/09/2024 13h00

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A cantora JØY Brandt divide sua vida entre o Brasil e o Canadá e tem conquistado o público da América do Norte com sua música rica em influências brasileiras.


Nascida em Pernambuco, no Nordeste brasileiro, a artista, fala sobre os desafios de viver da arte em diferentes países e a importância da música como ferramenta de comunicação e transformação.


Uma das questões que mais intrigam os fãs de JØY é como suas músicas, cantadas em português, conseguem conectar-se com pessoas de diferentes culturas e idiomas. “A música tem uma divindade tão absurda, ela é tão excelente no que ela transmite que muitas pessoas dizem, eu não sei o que sua letra fala, não sei o que você quer dizer, mas eu sinto uma paz, eu sinto isso, eu sinto, ah ela é rítmica, eu gosto do ritmo, eu gosto do tambor, então ela comunica”, explica a cantora.


A artista também reflete sobre as mudanças no cenário musical: “Antigamente, pra se gravar um disco, você precisava de muita sorte e muito dinheiro. Hoje em dia a gente tem essa facilidade. Inclusive se não houvesse essa facilidade, eu e milhares de outros artistas talvez não tivessem tendo a oportunidade de gravar seus discos.”, diz.


A mais nova música de JØY, “A Calma Calma”, traz reflexões sobre a busca por um ritmo mais lento em um mundo cada vez mais acelerado. A cantora revela que a letra nasceu de um momento de inquietação e da necessidade de encontrar um equilíbrio: “Todo o meu processo criativo de composição, não somente de ‘A Calma Calma’, fala sobre tudo do meu cotidiano, das minhas observações, reflexões, algo que eu no momento em que eu precisei tomar decisões importantes sobre o rumo da minha vida”.


A música de JØY é marcada pela fusão de diferentes gêneros, como Afropop, Folk e ritmos latinos. A artista explica que suas influências são diversas e surgem de forma natural: “Eu não escolho influências. Engraçada essa pergunta e interessante ao mesmo tempo, porque eu sou muito intuitiva em tudo que eu faço. Então a música, geralmente quando eu componho, ela já vem com alguma ideia de harmonia, de melodia”, finaliza a artista.

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