Por Prof. Ivan Capdeville Jr., especialista em oratória e fundador do Instituto Grande Orador
As transformações recentes no ambiente digital alteraram profundamente como os jovens pensam, escrevem e se posicionam em debates. O uso intensivo de ferramentas de inteligência artificial acelera processos criativos, mas desloca etapas essenciais da expressão humana, como percepção da realidade e organização de ideias.
Argumentar bem exige coletar dados reais, estruturar pensamentos e enfrentar o contraditório com firmeza, algo que a tecnologia não substitui. Para o Prof. Ivan Capdeville Jr. fundador do Instituto Grande Orador, deixar o discurso pronto para máquinas fragiliza o pensamento jovem. “Isso não pode ser relegado à tecnologia sem consequências graves para a comunicação”, alerta ele.
Jovens geram textos rápidos com IA, mas lutam para defender ideias em contextos acadêmicos e profissionais reais. A dependência de atalhos automatizados rouba a autonomia intelectual e a credibilidade pessoal. “A tecnologia deve apoiar o raciocínio humano, nunca ocupá-lo por completo”, enfatiza o especialista em oratória.

Os cursos do Instituto Grande Orador enfrentam esse desafio de frente, treinando lógica argumentativa e clareza comunicacional. A metodologia conecta palavras ao pensamento e experiência vivida, formando líderes prontos para qualquer palco. Os participantes saem preparados para se posicionar com consistência e impacto duradouro.
Alunos celebram resultados práticos e transformadores após as formações intensivas. “Aprendi a organizar ideias e sustentar argumentos sem depender de discursos prontos”, relata um deles. Outro aluno aponta ganhos profundos: “Passei a pensar com mais clareza antes de me expressar em público”.

Em um mundo hiperautomatizado, dominar a argumentação vira diferencial humano inigualável para autoridade pessoal. “Dominar a palavra significa se posicionar no mundo, nenhuma IA faz isso por você”, conclui o Prof. Ivan Capdeville Jr., incentivando investimentos em oratória estratégica agora.