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Analice Nicolau
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Jovem empreendedora lança marca de roupas durante a pandemia e já bate R$1 milhão de faturamento

A ideia inicial de Júlia Galvão era vender peças da Ambrô em Goiânia (GO), mas perfil digital da empresa ajudou a impulsionar negócio em âmbito nacional

Analice Nicolau

01/06/2022 15h00

A ideia inicial de Júlia Galvão era vender peças da Ambrô em Goiânia (GO), mas perfil digital da empresa ajudou a impulsionar negócio em âmbito nacional

A Ambrô, marca de moda feminina, nasceu no final de 2019, durante o início da pandemia. A idealizadora e empreendedora Júlia Galvão, de apenas 22 anos, decidiu abrir o negócio e seguir seus sonhos após perder quatro entes queridos em apenas dois meses.

O nome da marca é uma referência afetuosa à sua avó Geralda, que tinha como sobrenome de solteira Ambrosina, e daí surge a Ambrô, que nos dois primeiros anos de operação já faturou R$1 milhão de faturamento.

Outro pilar da construção da Ambrô foi a estrutura digital. Júlia escolheu a JET, empresa especializada em soluções para o e-commerce, como parceira para estruturar as vendas da marca na web.

Com a ousadia, criatividade e senso de urgência que só a juventude poderia entregar, a confecção também estruturou uma operação pensada para o digital, pronta para restrições de distanciamento social.

Quando Júlia lançou a marca, a ideia original era vender prioritariamente em Goiânia (GO), onde a empreendedora mora. Contudo, o alcance nacional foi imediato e a empresa faturou R$ 500 mil já no primeiro ano funcionamento.

Quando Júlia lançou a marca, a ideia original era vender prioritariamente em Goiânia (GO), onde a empreendedora mora.

Uma das explicações para o resultado é o perfil da companhia. A Ambrô já nasceu conectada, impactada por tendências, redes sociais e conceitos como fast fashion, características que herdou da idealizadora. Júlia havia começado um blog quando tinha 12 anos, e depois seguiu com um canal no YouTube. Construiu uma trajetória relevante no mercado de Goiânia, com trabalhos para marcas como Americanas, Samsung e Uber, e resolveu aproveitar as relações estabelecidas para empreender.

Ao tomar esta decisão, a jovem abriu, inicialmente, uma loja virtual de artigos domésticos, mas precisou abrir mão do negócio por problemas pessoais. No entanto, a empresária não desistiu, e voltou a lançar, então, a Ambrô. que, inicialmente, possuía um modelo de negócios baseado em uma percepção sobre a mãe de Júlia, que trabalhava na Receita Federal e que arrematava peças no atacado, em leilões, para vender no varejo.

Ao tomar esta decisão, a jovem abriu, inicialmente, uma loja virtual de artigos domésticos, mas precisou abrir mão do negócio por problemas pessoais

O modelo de venda online, contudo, mostrou-se eficiente e escalável. Júlia promoveu campanhas que geraram muito engajamento, como uma ação para que as pessoas priorizassem produtores locais em compras realizadas na pandemia.

Outro pilar da construção da Ambrô foi a estrutura digital. Júlia escolheu a JET, empresa especializada em soluções para o e-commerce, como parceira para estruturar as vendas da marca na web.

“Foi um processo importante para entendermos a parte humana do processo. O que fazia os consumidores efetuarem uma compra, afinal? Essa proposta de comunidade e o desenvolvimento de um senso de pertencimento foram grandes diferenciais”, conta a jovem.

No entanto, a empresária não desistiu, e voltou a lançar, então, a Ambrô. que, inicialmente, possuía um modelo de negócios baseado em uma percepção sobre a mãe de Júlia, que trabalhava na Receita Federal e que arrematava peças no atacado, em leilões, para vender no varejo.

A plataforma mostrou-se eficiente até em situações de crescimento expressivo, como na Black Friday de 2021. Naquele período, a loja teve picos de 1,5 mil acessos simultâneos e faturamento de R$ 230 mil.

“A solução tecnológica é importante, mas as relações humanas devem prevalecer, seja com os colaboradores, os clientes e as agências parceiras. Essa preocupação com a participação das pessoas é o que nos aproximou da Ambrô”, conta Rodrigo Amaral, head de evolução da JET, que possui mais de 20 anos de experiência no mercado.

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