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Analice Nicolau
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II Fotofestival Solar em Fortaleza contempla exposições, oficinas, lançamentos de livros e show especial com a cantora Céu

Em sua segunda edição, o evento discute políticas públicas que contemplam a fotografia e as artes visuais e incentiva a fruição artística, a pesquisa e ações formativas na área

Analice Nicolau

06/12/2022 18h00

Fortaleza é a cidade da fotografia mundial neste mês de dezembro, com a realização da segunda edição do Fotofestival Solar, que começa nesta quarta-feira (7) e segue até o domingo (11), com uma uma ampla programação e diversos tipos de atividades a serem realizadas em dois dos principais equipamentos culturais da capital cearense: o Complexo Cultural Estação das Artes e no Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS), instituições que integram a Rede Pública de Equipamentos da Secretaria da Cultura do Governo do Ceará, geridas em parceria com o Instituto Mirante.

Fotógrafo Tiago Santana, diretor do festival

Com acesso totalmente gratuito, as atividades incluem exposições, debates, oficinas e lançamentos de livros, tudo com a participação de convidados relevantes da fotografia nacional e convidados internacionais. O objetivo é reunir não apenas pessoas ligadas à área da fotografia — profissionais, estudantes, pesquisadores, artistas — ou do universo da cultura, mas o público geral apreciador de arte, e que poderá conferir as mesas, as mostras e as publicações, além de um show especial com a cantora Céu, no sábado, dia 11.

Céu faz apresentação especial do sábado, dia 11

“O Fotofestival Solar tem algumas características que são balizadoras, são centrais na sua concepção. Primeiro, um festival não pode estar alheio ao seu tempo, ao tempo e ao local em que vivemos, às questões políticas e sociais, das locais e nacionais às mundiais. Precisamos discutir essas questões relevantes ao nosso momento histórico e ter um posicionamento político. Além disso, uma questão fundamental é o diálogo da fotografia com outras linguagens. Com a música, com a literatura, com o cinema. O Festival não pode ficar restrito a uma linguagem sem as conexões com outras possibilidades que surgem a partir do diálogo entre o universo das linguagens”, comenta o fotógrafo Tiago Santana, diretor do festival.

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