Pesquisa realizada com consumidores brasileiros revela que o conhecimento das pessoas que sofrem com hemorroidas é grande, mais de 90% dos entrevistados afirmaram conhecer as características e sintomas da doença.

O estudo, encabeçado pela marca Proctan, uma das principais do mercado nesta categoria, em parceria com a consultoria IQVIA, ouviu 503 pessoas, entre homens e mulheres entre 18 e 64 anos para entender o nível de conhecimento sobre a doença e formas de tratamento.

A pesquisa revelou que os consumidores entrevistados acreditam que alimentos como massas, farinha de trigo, doces, produtos industrializados e pimenta são os grandes vilões da doença. Para 77% da amostra, esses itens provocam muitas crises, que se desencadeiam em média quatro vezes por ano.

Segundo o levantamento, mais de 50% dos entrevistados procuraram um médico logo na primeira ocorrência, e o especialista mais procurado para este tipo de patologia foi o proctologista. Já no caso de novas crises, apenas 24% declaram ter voltado ao consultório, repetindo o tratamento já realizado anteriormente ou experimentando um novo medicamento, que é isento de prescrição.
Além disso, 79% dos entrevistados afirmaram que tem preferência pelo uso das pomadas para tratar a doença. Vale ressaltar, que além das pomadas, as outras formas de tratamento são por meio de supositórios e comprimidos indicados para melhorar a circulação sanguínea. Como auxiliares no tratamento, há sabonetes líquidos específicos para a região íntima, além de lenços umedecidos, que costumam trazer mais conforto na higienização anal.
Na visão de Gabriella Bianca Nogueira, gerente da marca Proctan, é fundamental criar campanhas que ajudem as pessoas a entenderem os sintomas e como tratar essa doença tão incômoda. “Proctan é a marca vice-líder do mercado e lança continuamente campanhas que ajudam a ampliar o conhecimento dos consumidores e esclarecer sobre mitos e verdades relacionados às hemorroidas”. Além disso, segundo ela, existe a preocupação de garantir a fácil visualização do produto nas prateleiras das farmácias. “Nosso produto precisa estar acessível para quem busca soluções práticas, com melhor custo-benefício e eficientes no seu dia a dia”, garante Gabriella Nogueira.