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Analice Nicolau
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Gestão feminina forte, resultados que aproximam pessoas

Colunista Analice Nicolau

11/09/2025 13h00

Atualizada 10/09/2025 19h22

Vanessa Faleiros; sócia e COO da Rio Bravo

Rio Bravo une diversidade, valor humano e performance consistente

A diversidade, quando encontra espaço para florescer, transforma a vida de quem investe e de quem lidera. No bolso e no horizonte. Falar de dinheiro é falar de autonomia, sobre escolhas que libertam e constroem futuro, especialmente para as mulheres, que historicamente foram afastadas da conversa. Ainda hoje, menos de 5% dos gestores de fundos no Brasil são mulheres. Mesmo assim, elas administram mais de R$1 trilhão e entregam retornos médios superiores à média da indústria. Diversidade não é slogan: é desempenho, inovação e visão de longo prazo. O contraste entre resultados e pouca representatividade nas altas cadeiras segue gritante, e é justamente por isso que colocar a mulher no centro do debate financeiro é um passo civilizatório.

Anita Scal

Nesse cenário, a Rio Bravo Investimentos tem escolhido um caminho claro. Hoje, 57% dos cargos de Diretoria e C-Level são ocupados por mulheres; quando somadas as gerências, o índice chega a 48%. Não é estatística para vitrine: é cultura que move decisões. Como define Vanessa Faleiros, sócia e COO, a presença feminina cria ambientes mais dinâmicos e abertos a perspectivas diversas, e isso se traduz em melhor gestão de risco, governança e proximidade com o investidor. Essa postura ganha palco no Women Invest Summit 2025, onde a gestora terá três vozes em cena: Gal Barradas (Growth), Vanessa Faleiros (COO) e Anita Scal (Investimentos Imobiliários). Além dos debates estratégicos, elas apresentam a carteira administrada tokenizada Poupah! e compartilham aprendizados da frente de fundos imobiliários, área em que a Rio Bravo tem liderança feminina há mais de cinco anos. Como resume Gal: o empoderamento passa por liberdade financeira, e liberdade começa com acesso a conhecimento e bons produtos.

Há um ponto essencial aqui. A representatividade não é um conceito abstrato. Quando mulheres lideram, decisões mudam, produtos nascem mais inclusivos, e o ecossistema se abre para quem antes ficava do lado de fora. “Nossa experiência mostra que esse caminho é possível e rentável”, reforça Anita Scal. A presença dessas líderes no Summit não é apenas agenda: é sinal de maturidade. É afirmar que mulheres podem comandar ativos bilionários, pautar estratégia e inovar sem pedir licença. Também é um recado para o mercado: é hora de revisar estruturas, ampliar portas e entender que equidade é vetor de performance, competitividade e sustentabilidade, não um favor, não uma tendência passageira.

Gal Barradas

A Rio Bravo chega a esse momento com 25 anos de estrada, mais de R$13 bilhões sob gestão em 40 fundos e a confiança de mais de 200 mil cotistas. A trajetória inclui mais de R$15 bilhões em transações imobiliárias, mais de R$1 bilhão em crédito e pioneirismo em FIIs listados na B3. Soma-se a isso um fundo de infraestrutura com selo de Investimento Sustentável da Anbima, sinal de que rentabilidade e responsabilidade podem caminhar juntas. Fundada por nomes como Gustavo Franco e liderada estrategicamente por Paulo Bilyk, a casa consolidou reputação ancorada em transparência e consistência. No fim, o recado que fica é simples e humano: cuidar do próprio dinheiro é cuidar de si. Quando mulheres assumem essa conversa, toda a sociedade ganha, porque democracia econômica é, antes de tudo, pertencimento. E pertencimento, quando vira prática, muda o mercado e a vida real.

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