Na última terça-feira, (14), o humorista Fábio Porchat se emocionou ao lembrar o começo da sua carreira ao lado de Paulo Gustavo, humorista que faleceu em maio em decorrência da COVID-19, no podcast Vênus.
Ao contar sobre o início no teatro para as podcasters Criss Paiva e Yasmin Yassine, ele relembrou que ao entrar na CAL, Casa de Arte das Laranjeiras, no Rio de Janeiro ,era da mesma turma de Marcos Majella e Paulo Gustavo, que chegou logo em seguida. “Comecei a escrever para mim e para o Paulo, porque o Majella repetiu de ano. Eu escrevia, levava para a aula e a gente trocava ideias de esquete”, contou.

Ao contar sobre o início no teatro para as podcasters Criss Paiva e Yasmin Yassine, ele relembrou que ao entrar na CAL, Casa de Arte das Laranjeiras, no Rio de Janeiro ,era da mesma turma de Marcos Majella e Paulo Gustavo, que chegou logo em seguida
“Me formei em 2005 com o Paulo fazendo a mesma peça e o mesmo personagem: eu fazia o João Ternura jovem e ele, o João Ternura num limbo”, não contendo as lágrimas, dizendo em seguida: “Foi muito estranho o que aconteceu esse ano [a morte]”. “Era muito curioso, a gente não contracenava porque ele era eu ‘do limbo’, alguém que já estava em outro lugar. E ele ficava na coxia me zoando o tempo todo”, completou Porchat mais calmo e rindo ao lembrar de Paulo.
Por fim, Porchat lembrou que cada um seguiu um caminho artístico diferente a partir do momento em que Paulo escreveu sua grande obra, o “Minha Mãe É Uma Peça” e ele passou a integrar o núcleo de roteiristas do Zorra Total, da TV Globo. Fábio também falou, durante a entrevista, sobre política, religião, Porta dos Fundos, cancelamento e Jô Soares.

