O autor Everardobr, Everardo Leitão, quis inovar em seu novo livro “eCódigo: como a tecnologia nos levará sem corpo para a vida sem fim” e usou um tema superinteressante a ser abordado: ciência e tecnologia. O lançamento e noite de autógrafos está marcado para a próxima sexta-feira, (12), a partir das 19h, na Livraria Leitura no Shopping Pátio Brasil em Brasília/DF. A obra é voltada aos profissionais da ciência, tecnologia, especialmente biotecnologia, filosofia, história, medicina e outras áreas de saúde. Mas os interessados por ficção científica, nerds, gamers e geeks, ainda que categorizado como não-ficção, podem ser atraídos pela leitura.
O autor de “e-Código” analisa a autonomia da tecnologia diante da ciência, que permitirá ao homem viver, no futuro, no ciberespaço. “A verdade é que nada que a ciência faça com o corpo vai resolver o problema de nossa fragilidade orgânica. Nem manipulação genética, nem o recurso mais sofisticado da biotecnologia. Nem cirurgia robótica, nem exame automatizado. Nem nanotecnologia. Todos esses avanços fantásticos são maravilhas que merecem nosso aplauso mais entusiasmado. Mas nada é suficiente para vencer de vez a fragilidade de nosso componente orgânico”, expõe sua visão.
Everardo, na obra, atesta mais de 70 leis sobre a relação ciência e tecnologia através de ilustrações e excelente qualidade gráfica em 336 páginas voltadas ao assunto. O autor também se refere a autonomia da tecnologia diante da ciência, que permitirá a migração humana para o ambiente virtual, um processo em etapas, e já iniciado. E se engana quem passa que seria um livro futurístico ou de fantasia, se trata de um trabalho de interpretação de dados e de análise da natureza das soluções brindadas pelos campos de aplicação da alta tecnologia.
Everardo Leitão é professor de redação e interpretação de texto e já deu aulas no TCU e STJ. Mora em Brasília, é casado e pai de três filhos. Escreveu livros na área de texto, além do “Guia do idiota globalizado” com capa e ilustrações do cartunista Nani — que faleceu no mês passado vítima da COVID-19.

