Menu
Analice Nicolau
Analice Nicolau

Entenda a diferença entre as instituições e as plataformas financeiras

Cooperativas, bancos digitais, instituições tradicionais e plataformas de pagamento disputam espaço e mostram diferentes caminhos para a inclusão financeira, especialista da BDM Digital explica

Analice Nicolau

11/07/2025 15h00

imagem do whatsapp de 2025 07 11 à(s) 12.20.52 f9d9c3e1

Algumas moedas digitais descentralizadas começam a ganhar espaço como meio alternativo de pagamento

Comemorado no dia 5 de julho, o Dia Internacional das Cooperativas chama atenção para o papel histórico dessas instituições na promoção da inclusão financeira, da educação e do desenvolvimento local. Mas, ao lado das cooperativas de crédito, outras formas de relacionamento com o dinheiro, como bancos digitais, bancos físicos e plataformas de pagamento, vêm transformando a maneira como consumidores lidam com suas finanças e realizam transações cotidianas.

Entender essas diferenças ajuda a identificar qual modelo faz mais sentido para cada perfil de cliente e a planejar decisões financeiras mais conscientes.

imagem do whatsapp de 2025 07 11 à(s) 12.20.52 e33c7996
Varejistas passaram a integrar de forma inteligente os sistemas de pagamento

Na esteira das transformações, os meios de pagamento também evoluíram e, se antes os cartões eram protagonistas, hoje o PIX ocupa a liderança como opção preferida por sua instantaneidade e simplicidade. Outras soluções, como carteiras digitais, QR Code, NFC e o BNPL (compre agora, pague depois), ganham espaço ao facilitar o checkout e eliminar barreiras na hora da compra. A automação tem sido a chave para esse cenário de crescimento, pois garante fluidez e personalização, auxiliando o processo da compra.

As recentes otimizações e interligações proporcionadas pela Inteligência Artificial, por exemplo, tornaram o mercado mais eficiente e adaptável. Elas são usadas na prevenção de fraudes, no atendimento automatizado e até na sugestão de produtos personalizados, melhorando a experiência do cliente. Com isso, varejistas passaram a integrar de forma inteligente os sistemas de pagamento, encurtando o caminho entre desejo e compra. A tendência é clara: quanto mais intuitivo e veloz o processo, maiores as chances de conversão e fidelização.

E dentro desse ecossistema digital, algumas moedas digitais descentralizadas começam a ganhar espaço como meio alternativo de pagamento. Apesar de ainda não serem utilizadas de forma massiva em transações do cotidiano, essas criptomoedas já são aceitas por empresas de tecnologia e turismo, por exemplo, oferecendo liberdade transacional e, em certos casos, taxas mais atrativas. Por operarem fora do sistema bancário tradicional, representam uma alternativa independente e, para muitos especialistas, um vislumbre do futuro das finanças, ainda em fase de amadurecimento diante de desafios regulatórios e de estabilidade.

“As criptomoeda ou meios de pagamento digital, tem potencial fortalecedor e seguro como uma medida, criada para facilitar pagamentos, compras e transferências de forma rápida e segura, utilizando a tecnologia blockchain, que por sua vez pode ser utilizada para mapear e cadastrar unidades de conservação com transparência. Além disso, cada unidade pode ter um registro digital único, contendo informações sobre localização, status de proteção, restrições de uso e histórico de fiscalização”, disse Kezia Miranda, advogada especialista em Direito Digital e Novas Tecnologias do BDM Digital, meio de pagamento do ecossistema de Dakila.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado