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Analice Nicolau
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Empresa de telefonia reafirma compromisso com a construção de uma sociedade mais justa

TIM integra o índice de igualdade de gênero da bloomberg de 2023, que fornece relatórios de igualdade de gênero em cinco pilares: liderança & pipeline de talentos, igualdade e paridade salarial entre gêneros

Analice Nicolau

01/02/2023 17h00

TIM integra o índice de igualdade de gênero da bloomberg de 2023, que fornece relatórios de igualdade de gênero em cinco pilares: liderança & pipeline de talentos, igualdade e paridade salarial entre gêneros

A TIM anuncia que faz parte do Bloomberg Gender-Equality Index (GEI) 2023, dentre 485 companhias globais. Trata-se de um índice modificado e ponderado por capitalização de mercado, feito para medir o desempenho de empresas de capital aberto que se dedicam a reportar dados relacionados a gênero. Este índice de referência mede a igualdade de gênero em cinco pilares: liderança & pipeline de talentos, igualdade e paridade salarial entre gêneros, cultura inclusiva, políticas contra assédio sexual e marca.

O GEI 2023 abrange 45 países e regiões, incluindo empresas com sede no Equador, Kuwait e Luxemburgo pela primeira vez. As empresas membros representam uma variedade de setores, incluindo financeiro, tecnologia e serviços públicos, que continuam a ter a maior representação de empresas no índice desde 2022.

“Estamos orgulhosos por integrar novamente o GEI, o que reafirma nosso compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e com oportunidades para todas as pessoas. Ratifica ainda a nossa sólida agenda ESG, que é reconhecida no mercado há mais de uma década”, comenta Mario Girasole, Vice-presidente de Assuntos Regulatórios e Institucionais da TIM.

Signatária dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU e da Coalização Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, líder de um movimento para ampliar a empregabilidade das brasileiras e comprometida com políticas internas para inclusão e equidade de gênero, a TIM alcançou um total de 88% de pontuação no GEI, um crescimento de oito pontos percentuais em relação ao resultado anterior. Hoje, metade do quadro da empresa é composto por colaboradoras – são quase 5 mil – e a companhia tem como meta em seu Plano Estratégico Trienal contar com 35% de representatividade de mulheres em posições de liderança até o fim do ano. No Conselho de Administração, elas representam 30% das pessoas conselheiras, um destaque entre as companhias listadas na B3.

Maria Antonietta Russo, VP de Pessoas, Cultura e Organização da TIM, conta que os avanços consistentes com foco em equidade de gênero se traduzem em ações internas – para a construção de um ambiente de trabalho sempre mais diverso e inclusivo – e em iniciativas externas que contribuem para a evolução também da sociedade. “Um exemplo é o Mulheres Positivas, projeto em que já reunimos um ecossistema de mais de 130 empresas que, compromissadas com a capacitação e a empregabilidade das brasileiras, divulgam suas vagas de trabalho e disponibilizam cursos em um aplicativo gratuito para mulheres em todo o país”, conta a executiva.

Outro destaque da TIM é o Programa Respeito Gera Respeito, focado no combate e prevenção ao assédio moral, sexual e bullying, que além da evolução de políticas e processos internos e ações de sensibilização e treinamentos para toda a companhia, contempla também ações externas para conscientização e acolhimento de mulheres em situação de violência e já rendeu iniciativas como a campanha “Imagine que é possível ser ouvida”. Na ação, três cantoras lançaram um single sem letra, como forma de chamar a atenção para o silenciamento de mulheres vítimas de violência. “Temos trabalhado fortemente ‘dentro de casa’, garantindo a equidade de gênero nos processos seletivos e disponibilizando programas específicos para desenvolvimento de carreira de mulheres, por exemplo. Em paralelo, atuamos no ambiente externo pois acreditamos que esse é o caminho para avançarmos na direção a uma sociedade mais inclusiva”, complementa a executiva.

A TIM respondeu a um questionário desenvolvido pela Bloomberg em colaboração com especialistas no assunto em todo o mundo. As empresas incluídas no índice deste ano tiveram pontuação igual ou superior ao limite mínimo global estabelecido pela Bloomberg para refletir o nível de transparência e a adoção das melhores práticas e políticas pelas companhias.

A resposta ao questionário e a participação no GEI são voluntários e não têm custos associados. A Bloomberg coletou esses dados apenas para fins de referência. O índice não é classificado. Embora todas as empresas de capital aberto sejam incentivadas a divulgar dados complementares de gênero para o perfil de investimento de sua empresa no Terminal Bloomberg, apenas aquelas com capitalização de mercado de US$ 1 bilhão são elegíveis para inclusão no Índice.

“Parabéns às empresas incluídas no GEI de 2023”, disse Peter T. Grauer, chairman da Bloomberg e presidente fundador do US 30% Club. “Continuamos vendo um aumento no interesse e no número de membros globalmente, refletindo uma meta compartilhada de transparência nas métricas relacionadas a gênero”.

Para obter mais informações sobre o GEI e como enviar informações para o índice do próximo ano, visite o site. Os clientes da Bloomberg podem acessar o GEI em {BGEI Index DES }.

Para obter mais informações sobre as soluções financeiras sustentáveis da Bloomberg, incluindo o GEI, visite o site.

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