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Analice Nicolau
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Em nova edição de “Quebrando os limites”, Carol Barcellos conta bastidores de coberturas esportivas

A obra foi lançada no final de fevereiro pela Editora Planeta e tem quase 180 páginas

Analice Nicolau

28/02/2022 16h00

A obra foi lançada no final de fevereiro pela Editora Planeta e tem quase 180 páginas

Na Rede Globo desde 2008, Carol Barcellos já teve a oportunidade de cobrir grandes eventos, como as Olimpíadas de Inverno, Copa do Mundo e, em 2021, os Jogos Olímpicos de Tóquio. Ela já havia escrito um livro contando das experiências e agora lança mais uma edição da obra “Quebrando os Limites”, com bastidores inéditos de reportagens.


Não apenas curiosidades fantásticas sobre as coberturas, Carol também irá compartilhar com os leitores diversas passagens da vida e carreira dela, mostrando como aprendeu a superar o medo e a ultrapassar os limites. Até porque, a jornalista já participou de uma ultramaratona no deserto do Atacama, subiu em árvores de 100 metros de altura e entrou entrar em cavernas profundas no interior da China.


“Não se trata de escolher as melhores palavras. É um livro feito com o coração –característica encantadora da Carol. Sem a pretensão de ensinar ou guiar, ‘Quebrando os Limites’ mostra a capacidade de transformar experiências – boas ou ruins — em um combustível turbinado para superar os desafios que a vida nos impõe”, disse Marcelo Outeiral, jornalista e roteirista da TV Globo.


Após o lançamento da 1ª edição do livro, em 2016, Carol viveu outras experiências impressionantes, enfrentou uma separação e encontrou um novo amor. Na obra, ela também compartilha alguns detalhes da vida pessoal e defende que é um engano pensar que vida pessoal e a profissional andam sem se cruzar. Em uma das passagens, ela relata as dificuldades de cobrir as Olimpíadas de Inverno da Coréia do Sul, pois a data coincidiu com o aniversário de sua filha.


Carol também fala sobre o projeto que criou junto com a ONG Luta Pela Paz, o “Destemidas”. O intuito é atuar no Complexo da Maré e reunir mulheres para correr. “É o esporte como pretexto para trabalhar autonomia e confiança, para que elas olhem para o lado e vejam que não estão sós. Para que uma inspire a outra”, conta a autora.

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