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Analice Nicolau
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Em entrevista à RedeTV!, presidente do Sebrae fala sobre Lula e Bolsonaro: diferença entre o bem e o mal

No programa ‘É Notícia’ com Kennedy Alencar, presidente do Sebrae faz comparação entre os governos Lula e Bolsonaro e afirma que Lula representa o amor, a paz, a inclusão

Analice Nicolau

10/08/2023 13h30

O presidente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Décio Lima, fez uma comparação entre os governos Lula e Bolsonaro durante sua participação na última edição do programa ‘É Notícia’, exibido dia quatro de agosto, e que vem repercutindo na internet. O político citou o “bem e o mal” para falar dos presidentes.


Na entrevista, o jornalista Kennedy Alencar pede uma avaliação sobre Bolsonaro e de Lula como presidente, então, Décio é taxativo: “é uma diferença muito clara entre o bem e o mal, essa é uma condição infelizmente que é inesperada no mundo em que nós estamos vivendo, aonde a humanidade já tinha superado esses valores”.


E segue, “eu não julgo as pessoas, eu julgo os valores que elas pertencem. Eu não posso achar que alguém que levante uma arma neste momento tenha condição de caminho seguro pra qualquer lugar do mundo, muito menos para o nosso país, eu não posso imaginar de quem nega a ciência, quem deixou o nosso país atormentado e um número inexplicável de mortes em uma pandemia como essa, isso precisa ser apurado. Nós somos um país que tivemos uma conta matemática que é inexplicável. O mundo aqui, teve quase… as mortes que tiveram aqui… são diferentes então, são vidas que se foram. Eu acho que qualquer líder, o princípio é cuidar da vida das pessoas, e isso é muito claro entre um e outro”, justificou.


“Então, eu acredito que o presidente Lula representa justamente o amor, a paz, a inclusão. É aquele que sentou na cadeira de presidente da república e está sentado pela terceira vez, como ninguém, trás as feridas do nosso povo na carne e na pele que ele tem, de um retirante nordestino, dos quais ele saiu daquele lugar como as crianças que como ele irão sobreviver, antes morriam de sede. Depois foi sobreviver em uma cidade submetida a um processo de exclusão, e foi pertencente a classe trabalhadora, ficou 17 anos no chão de fábrica, então, quando ele sentou ali ele tinha as dores. As dores da dona Lindu, da sua mãe, dos seus irmãos, e eu acredito que essas dores levaram a resultados fantásticos que o Brasil já teve no seu primeiro governo, e mostrar que nós podemos ser um país que não tenha fome, não tenha miséria, não tenha exclusão, que nós podemos resolver grande parte dos problemas hoje que deixa todo nós indignados”, disse Lima explicando porque Lula seria a parte do bem.


“Um Brasil rico, grande, gigante não pode banalizar o mal como nós banalizamos recentemente no governo anterior, vendo as pessoas crescer em quantidade nas praças, nas ruas, jogadas ao relento da própria sorte, passando fome, morrendo sem ter as condições mínimas e achar que isso é normal. Não é normal. Portanto, o presidente Lula é uma porta de esperança, um grande exemplo de liderança não só para o Brasil, mas para o mundo”, concluiu.

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