Depois de muitos anos foi aprovada a lei que regulamenta os cripto ativos no Brasil, o texto finalmente foi aprovado, mas ainda precisa passar pelo senado. Apesar deste acontecimento ser algo aparentemente grandioso, é apenas uma peça na grande jornada que a economia brasileira tem pela frente, e mostra como o Brasil está atrasado diante de outros países e do movimento da economia digital.
O Brasil hoje vive a frase “ casa de ferreiro o espeto é de pau” , pois ao mesmo tempo que é representado no mundo por brasileiros que levam a discussão sobre a evolução da economia digital, ainda tem o sistema econômico interno travado e centralizado, sem saber nem surfar na oportunidade do mercado, nem desconstruir a pirâmide que a velha economia e a burocracia bancária brasileira engessaram o país até aqui, 2021.

Em contrapartida a este cenário interno desolador, lá fora brasileiros não apenas líderes de inovação, mas também articuladores de mudança no modelo econômico mundial e respeitados por toda comunidade, como é o caso de Bruno Alcântara, responsável pelo lançamento, no dia 16 de dezembro, da primeira Bolsa de Valores de ativos digitais reais do mundo, na Suécia.
“O sistema bancário evoluiu muito nos últimos anos, vivemos a hiper curva de crescimento, com taxas zero e a digitalização dos atendimentos, mas o sistema de investimentos não acompanhou esta curva. Como exemplo temos a nossa bolsa de valores, conhecida e reconhecida no mundo inteiro, mas seguindo como um modelo, isolado e fechado, com apenas 400 empresas, mesmo o Brasil sendo o celeiro do mindset empreendedor no mundo’’, aponta Bruno.

A DSDX é mais do que a primeira bolsa de valores de ativos digitais reais, ela possui o maior fundo de investimentos tokenizados do mundo, reconhecido pela SEC, secretaria de finanças imobiliárias dos Estados Unidos. Neste novo modelo de investimentos, segundo o CEO, empresas de pequeno, médio e grande porte poderão estar abertas para investimentos de capital intercontinental, uma vez que a DSDX promove pela primeira vez um sistema aberto de investimentos, completamente descentralizado. Esta solução só é possível graças à tecnologia Blockchain, a mesma utilizada pelo PIX, com certificação de órgãos internacionais como o Conselho mundial de segurança Blockchain, SRO.
“O que nós carregamos como missão e propósito para o futuro é sermos a empresa de acesso. Somos a empresa do acesso e da oportunidade, aproveitando a nova geração de investidores, que buscam investir com causa. Isso que está latente em nosso coração, que está latente na estratégia do nosso negócio, é o vetor de capital do novo mercado, gerando para empresas oportunidade de adquirir capital privado, levando para o empreendedor a oportunidade de exercer o empreendedorismo de forma mais profissional. ou seja, uma pessoa que tem uma ótima ideia, mas não tem apoio do sistema financeiro, a partir de agora tem apoio de pessoas semelhantes a ele, ou seja outros empreendedores conectados com o novo mundo e a economia digital”, completa Bruno Alcântara.