Autoridade em dívida bancária equilibra técnica jurídica e suporte emocional
Advogado empresarial com autoridade incontestável na reestruturação de dívidas bancárias, o mineiro Dr. Daniel Rodrigues abandonou a estabilidade como gerente da Caixa Econômica Federal para fundar, há três anos, o Rocha Rodrigues Sociedade Individual de Advocacia, focado em salvar empresas sufocadas por credores bancários.
Formado em Direito pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2009, cursando pós-graduação em direito empresarial e mentorado por referências nacionais, ele une vivência bancária profunda à expertise prática em negociações de dívidas empresariais que não dependem exclusivamente do Judiciário.
Essa dupla perspectiva, de quem atuou por dentro do sistema bancário e hoje atua na defesa dos empresários, posiciona Dr. Daniel como autoridade nacional em reestruturação de passivos bancários, atuando em todo o Brasil com ênfase em débitos empresariais. Sua prática profissional integra negociação direta com jurídicos e áreas administrativas, auditoria técnica e, quando necessário, o enfrentamento judicial estratégico.

Com domínio das praxes negociais e de normas como a Resolução nº 4.966 do Conselho Monetário Nacional, utiliza de forma estratégica a lógica do provisionamento bancário, um dos fatores que, em contextos específicos, pode levar a deságios superiores a 90% do valor nominal da dívida.
Além da técnica impecável, sua atuação se diferencia por uma abordagem verdadeiramente holística na reestruturação do passivo bancário, que integra estratégia jurídica, reorganização emocional e leitura comportamental do empresário. O advogado e sua equipe assumem o protagonismo técnico das negociações, funcionando como barreira entre o cliente e o sistema bancário, inclusive redirecionando contatos de gerentes para o escritório, e reduzindo de forma significativa o assédio que frequentemente paralisa empresários em crise. “Se você fica absorto na dívida empresarial, não consegue focar em gerar novas receitas”, alerta, priorizando a paz emocional em dívidas que permite ao cliente criar canais de venda e segurança familiar.
Um caso paradigmático exemplifica sua intervenção decisiva em advocacia empresarial: cliente enlutado pelo assassinato do filho, em depressão profunda, enfrentava cobranças humilhantes de um gerente de banco em seu estabelecimento; Dr. Daniel interveio diretamente, cessando as ameaças e restaurando o equilíbrio emocional necessário para prosseguir. Esse padrão se repete, com feedbacks uníssonos de alívio e confiança, mesmo em processos de negociação de dívidas bancárias que demandam, em média, dois anos para finalização.
Seu conceito central consolida a autoridade: “A empresa reflete o CPF do empresário”. Para ele, o endividamento empresarial não é fruto do acaso, tem causa mais profunda, verdadeiros padrões, como a dificuldade de impor limites, o adiamento de decisões impopulares e, por vezes, traumas relacionais ou familiares. Assim, enquanto conduz a reestruturação técnica do passivo, Dr. Daniel cria espaço para que o empresário compreenda as causas do desequilíbrio e atue na raiz do problema.

Cauteloso, evita demonizar instituições financeiras e critica os rótulos frequentemente atribuídos a empresários endividados. Enxerga a dívida bancária empresarial como instrumento legítimo de crescimento que, quando desorganizado por crises emocionais, exige reposicionamento estratégico, jurídico, financeiro e pessoal.
Para 2026, projeta um cenário macroeconômico desafiador, marcado por insegurança jurídica, volatilidade econômica e maior pressão sobre setores estratégicos, como o agronegócio. Nesse contexto, destaca que a demanda por reestruturação de dívidas empresariais tende a crescer, exigindo do advogado uma atuação que vá além do contencioso tradicional.
O domínio da lógica bancária, do provisionamento de crédito e das mudanças recentes no perfil de renegociação, inclusive em operações antes consideradas pouco flexíveis, como Pronampe e FGI, passa a posicionar o profissional como verdadeiro advisor empresarial, capaz de orientar decisões estratégicas em momentos críticos, sem perder a leitura dos padrões que impactam diretamente a tomada de decisão do empresário.