Neste mês é celebrado a campanha Dezembro Laranja com o objetivo de conscientizar a população sobre os perigos do câncer de pele.
É importante estar atento as formas de prevenção ao tumor, até o tipo não melanoma, que é um dos mais frequentes entre os brasileiros. De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), há aproximadamente 175 mil novos casos anualmente no país.

A preservação da pele sadia proporciona ao paciente menor cicatriz e, em muitos casos, é importante para questões funcionais
O câncer de pele não melanoma é menos letal que o melanoma, mas pode causar destruição da mesma forma ao longo dos anos ou até meses. Entre os cuidados para se prevenir do tumor está o uso de filtro solar de alta proteção em todas as áreas expostas ao sol, além de se expor ao sol apenas antes das 10h ou depois das 16h, usar óculos escuros, usar chapéus e bonés.

Os subtipos mais comuns do câncer de pele tipo não melanoma são os carcinomas basocelular e espinocelular
Caso, mesmo com os cuidados, o paciente seja diagnosticado com o câncer, o dermatologista e cirurgião Dr. Felipe Cerci, autor/co-autor de 48 artigos científicos, indica a técnica Mohs. Esse é um método de tratamento extremamente eficaz e indicado para casos no rosto. “O procedimento menos invasivo é capaz de retirar completamente as raízes do câncer de pele e preservar ao máximo a pele sadia. Isso é possível pois o cirurgião faz uma análise das margens cirúrgicas no microscópio imediatamente após remoção da lesão”, revelou.

“Quando realizada sob anestesia local, conforme preconizado pela Academia Americana de Dermatologia e Colégio Americano de Cirurgia de Mohs, os índices de complicação são extremamente baixos (0,72%)“, disse Dr. Felipe Cerci
Várias pesquisas já apontaram o método Mohs como seguro e eficaz contra o câncer, não é à toa que Dr. Felipe é referência na área, ele sempre faz questão de mostrar os melhores procedimentos para os pacientes. A cirurgia de Mohs é indicada principalmente para os carcinomas basocelulares e espinocelulares localizados na face. Entretanto, outros tumores mais raros como dermatofibrosarcoma protuberans, carcinoma anexial microcístico, carcinoma sebáceo e fibroxantoma atípico também podem ser tratados com a técnica.