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Com trajetória de luta pelos direitos das mulheres, Dra. Maira Caleffi é premiada em simpósio de câncer de mama

A médica recebeu o prêmio Maria Antonieta Regal Dutra

Por Analice Nicolau 25/05/2022 4h00
A médica recebeu o prêmio Maria Antonieta Regal Dutra

No mês de maio aconteceu virtualmente a cerimônia Brazilian Breast Cancer Symposium, um importante simpósio brasileiro de câncer de mama. Durante o evento, a médica do Hospital Moinhos de Vento, a mastologista Dra. Maira Caleffi, recebeu o prêmio Maria Antonieta Regal Dutra pelo lindo trabalho que vem desenvolvendo ao longo dos anos.

Maira tem uma história de luta pelos direitos das mulheres ao acesso a atendimento médico, diagnóstico precoce e rastreamento e tratamento imediato ao câncer de mama


Quem conhece de perto o trabalho de Dra. Maira Caleffi sabe que vai muito além da medicina que atua como profissional. Ela sempre fez questão de lutar pelos direitos das mulheres no combate ao câncer de mama e se tornou um verdadeiro exemplo na causa. Com isso, a chefe do Núcleo da Mama do Hospital Moinhos de Vento foi reconhecida com um prêmio durante o simpósio.

O Brazilian Breast Cancer Symposium contempla e homenageia a história de Maria Antonieta Regal Dutra, com a premiação com o nome dela


“Estou muito orgulhosa e honrada por receber este prêmio que carrega o nome da Maria Antonieta. Ela foi mártir dessa doença que continua matando mulheres no mundo inteiro. É por isso que sigo lutando”, afirma Maira. A médica que deu o nome ao prêmio foi diagnosticada com câncer de mama metastático, em 1994, e dedicou seus esforços para o trabalho na Associação de Portadores de Câncer de MAMA (APCAM), que presta assistência para mulheres que estão em tratamento. Maria Antonieta faleceu em 2001, deixando um legado na medicina brasileira.

A trajetória de Maira inspirou o reconhecimento na 11ª edição do Brazilian Breast Cancer Symposium


Mesmo com o trabalho como mastologista, Maira não deixa de atuar na educação, com os residentes no hospital, a orientação de pesquisa de mestrado e doutorado, a produção acadêmica própria e um banco de dados que alimenta há 15 anos. Ela também é presidente voluntária do Instituto da Mama do RS (Imama) e fundadora da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama).








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