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Analice Nicolau
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Carla Vilhena denuncia exclusão digital em atendimento da Caixa Econômica

Jornalista relata dificuldade com aplicativo da Caixa Econômica e critica falta de assistência presencial: “Se eu, com bom celular e internet, não consegui, imagina um idoso”.

Analice Nicolau

15/07/2025 15h30

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A jornalista traz reflexões importantes sobre a digitalização dos serviços públicos, que segundo ela, precisa de suporte, ser mais inclusiva e acessível.

A jornalista Carla Vilhena usou seu perfil no Instagram para compartilhar um episódio que escancara o abismo digital que muitos brasileiros enfrentam ao acessar serviços públicos.

No vídeo, Carla Vilhena faz um desabafo sincero sobre a exclusão digital em serviços públicos. O caso aconteceu na Caixa Econômica, mas poderia ser em qualquer órgão. Um alerta necessário sobre o que está sendo vendido como modernização.

Para ela, o maior problema não é só o aplicativo que falha, mas a ausência completa de um plano B. “Não é possível que um cidadão não consiga ser atendido presencialmente quando a tecnologia falha. Estamos vivendo um retrocesso mascarado de modernização”, afirmou, destacando a urgência de políticas públicas que incluam, e não excluam, quem mais precisa.

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Para Carla Vilhena, exigir que tudo seja resolvido por aplicativo é excluir milhões de brasileiros. “Tem que ter atendente, tem que ter alternativa, tem que ter internet pública”, defende a jornalista.

Ao tentar abrir um processo na Caixa Econômica Federal, Carla relatou que, mesmo com documentos em mãos e atendimento presencial, foi orientada a fazer o procedimento exclusivamente por aplicativo. O problema? O aplicativo travou, a senha falhou e, mesmo diante do atendente, ela ficou sem solução.

“Se eu, com um bom celular e internet, não consegui, imagine um idoso ou alguém sem familiaridade com tecnologia”, desabafou.

Carla ainda defendeu a criação de alternativas offline e políticas públicas que garantam conectividade gratuita, como já acontece em países desenvolvidos. O depoimento gerou ampla repercussão e abriu espaço para relatos semelhantes de exclusão digital no Brasil em seu Instagram.

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