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Câncer de ovário pode ser silencioso – Descubra os sintomas que devem te colocar em alerta

A oncologista, Dra. Vivian S. Coski, respondeu as principais dúvidas sobre a doença

Por Analice Nicolau 21/05/2022 3h00
A oncologista, Dra. Vivian S. Coski, respondeu as principais dúvidas sobre a doença

É comum que as pessoas deixem para ir ao médico apenas ao notarem o sinal de que alguma coisa está errada. O problema é que nem sempre a doença pode apresentar sinais ou os sintomas podem ser comuns e confundidos facilmente com outros problemas de saúde. O câncer de ovário pode ser silencioso, por isso requer tanta atenção e monitoramento.


De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), é esperado que, entre 2020 e 2022, o Brasil tenha tido cerca de 6650 novos casos de tumores de ovário. Esse número representa 6,18 novos casos a cada 100 mil mulheres. O problema mais da doença é que a maioria das pacientes a descobre quando já está no estágio mais avançado do câncer.


“Quando o câncer de ovário começa a apresentar sinais pode significar que ele já está no estágio avançado, já que os sintomas costumam ser inexistentes ou inespecíficos na fase inicial da doença. É comum que muitas pacientes se confundam com refluxo, com infecções urinárias e até mesmo gastrite”, disse a oncologista da Doctoralia, Dra. Vivian S. Coski.


A médica informou que as mulheres devem ficar atentas principalmente no aumento do volume abdominal sem causa aparente, alterações urinárias sem um motivo específico, problemas digestivos, aumento do volume do abdômen, dor abdominal, sensação de vontade de urinar frequente e sangramento vaginal.


“Existe uma forma de prevenção primária que é quando passamos a cuidar do nosso estilo de vida, ou seja, fazer atividades físicas, não ser sedentário, parar de fumar se for o caso, ter uma alimentação adequada. Uma forma de prevenção secundária seria aquela em que pacientes com histórico de câncer de ovário e/ou câncer de mama na família fazem checkups oncológicos anualmente”, concluiu a oncologista.








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