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Analice Nicolau
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Brasil passa a contar com a Sociedade Brasileira de Harmonização

Colunista Analice Nicolau

08/09/2025 16h00

Atualizada 09/09/2025 13h05

O médico, Dr. Rafael Almenara, vice-presidente da SBH

Segundo país que mais realiza procedimentos estéticos não invasivos, o Brasil agora passa a contar com a SBH

O Brasil tem uma relação muito particular com a estética. Mais do que números e estatísticas, os procedimentos não invasivos tornaram-se parte da busca por autoestima, bem-estar e qualidade de vida. Não é à toa que o país ocupa hoje o segundo lugar no mundo em tratamentos estéticos desse tipo, de acordo com a ISAPS. Por trás de cada procedimento, existe sempre uma história íntima: um olhar que deseja mais confiança, um sorriso que quer se reencontrar no espelho ou uma pequena mudança que pode transformar a forma de se viver.

É nesse cenário que nasce a Sociedade Brasileira de Harmonização (SBH), uma entidade formada por médicos e voltada a fortalecer a harmonização facial e corporal como prática médica segura, ética e fundamentada na ciência. Para o vice-presidente da SBH, Dr. Rafael Almenara, a criação da instituição representa um marco: “Queremos consolidar a harmonização como uma prática embasada, que respeite a individualidade do paciente e que traga resultados naturais, sem excessos.”

A harmonia, aqui, vai além da simetria do rosto ou da firmeza da pele. A presidente da SBH, Dra. Keyla Klava, lembra que a sociedade nasceu sob três pilares que norteiam sua missão: segurança, ética e excelência. “A harmonização não é apenas sobre aparência, mas sobre devolver confiança e resgatar autoestima. Tudo isso só é possível quando se trabalha com ciência, protocolos validados e respeito ao bem-estar do paciente”, explica.

A Presidente da SBH, Dra. Keyla Klava

A SBH se compromete ainda com a formação continuada dos médicos. Os associados terão acesso a cursos, protocolos inovadores e congressos exclusivos, além de um selo que agrega credibilidade e segurança à atuação profissional. A ideia é clara: criar um espaço de aprendizado contínuo e troca de experiências que sustente a especialidade no futuro.

Assim, a nova sociedade passa a reunir médicos que enxergam a harmonização não apenas como procedimento, mas como um cuidado humano e transformador. Afinal, cada paciente que procura mudanças estéticas traz consigo a esperança de se reconhecer de novo, e isso exige preparo, responsabilidade e respeito.

O surgimento da SBH mostra que a medicina estética no Brasil segue em evolução, mas agora com um olhar ainda mais direcionado para a essência: cuidar de pessoas, com ética e ciência, garantindo que a harmonia seja reflexo de algo maior do que a própria aparência.

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