Arianne Botelho é um dos destaques de “Reis”, nova superprodução da Record, que estreou no dia 22 de março. A atriz, que traz em seu currículo trabalhos marcantes, como em “Malhação – Vidas Brasileiras” e “A Lei do Amor”, na Globo, e no filme “Tudo Bem no Natal que Vem”, da Netflix, viverá a personagem Melquisa, uma mulher que representa o amor em seu núcleo familiar. O convite para o papel surgiu pela produtora de elenco Gabriella Rosalles:
“Quando recebi a sinopse da personagem, a Melquisa, sabia que ela vinha com uma carga emocional muito grande. Tenho cenas fortes, que não posso dar detalhes, mas que logo o público verá. Sou muito grata por todas as pessoas que encontrei e conheci nesse projeto. Fui muito bem recebida por todos da equipe e direção. Acredito que foi bem importante passar por esse trabalho na minha carreira.”

Melquisa faz parte do núcleo de Eli (José Rubens Crachá). Ela é a esposa de Finéias (Edu Porto) e está grávida do seu segundo filho. “Uma mulher israelita que representa o amor nesta casa e nesta família tão sombria”, destaca a atriz.
Primeira novela bíblica de Arianne
“Reis” é a primeira novela bíblica de Arianne Botelho. Mas não é a primeira experiência da artista em uma trama de época. Ela já esteve no elenco de “Amorteamo” (Globo), ambientada no Recife de fins do século XIX e início do XX:
“Amo fazer histórias de época. É um processo de pesquisa muito legal. Entender uma realidade tão diferente da atual. Tivemos aulas com um historiador e aprendemos a fazer coisas manuais, como pão, tirar leite de vaca e costura com lãs. Meu figurino tem tons terrosos, e são coisas simples, mas que remete muito às roupas que nos foram passadas de três mil anos atrás. É difícil entender com tantos detalhes uma época tão distante, mas acredito que conseguimos passar isso”.

Arianne está acostumada a abraçar os desafios de suas novas personagens. Em “Tudo Bem no Natal que Vem”, da Netflix, quando viveu a doce Aninha, precisou raspar a cabeça. Já para a série “Reis”, a atriz destaca que o desafio é outro:
“Entender e passar toda a carga dramática que a personagem exige é o maior desafio. Melquisa é uma mulher que vive numa época muito difícil para ser mulher. Ela não tinha existência sem um homem ao seu lado. Vivenciar isso na pele certamente foi o mais desafiador.”