Quando pais e responsáveis matriculam seus filhos nas escolas, uma das principais preocupações é a questão do bullying, ainda presente na vida de muitas crianças e adolescentes, mesmo com o tema já sendo amplamente discutido. Caracterizado como perseguição, com atos de violência física e/ou psicológica, humilhação e segregação, esse tipo de ato pode causar consequências sérias ao desenvolvimento dos jovens, levando à diminuição da autoestima e até a transtornos mentais.

Conscientização é a maior ferramenta contra o bullying
Para tentar contornar esta situação, o advogado, que é bastante procurado por empresários, artistas e políticos, resolveu fazer a sua parte no combate ao bullying. Rudolf Rocha, especialista nas áreas de Direito Bancário e Criminal, tem feito palestras gratuitas em escolas públicas sobre como prevenir este tipo de intimidação no ambiente de ensino.
Entusiasmado pela causa, o advogado, em suas apresentações, destaca a importância de crianças e adolescentes contarem a pais, professores e diretores qualquer circunstância desconfortável pela qual tenham passado. Além disso, Rocha ressalta, do ponto de vista da legislação, como as escolas devem proceder diante de episódios de bullying.

“É uma atividade da qual me orgulho muito em fazer. Sinto que estou contribuindo para que tantas crianças e adolescentes tenham uma juventude mais proveitosa”, afirma o advogado.
Palestras ocorrem em diversas cidades do país
Na área profissional, Rocha costuma se dividir trabalhando em casos nos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Bahia.
O advogado conta que, quando viaja pelo Brasil, procura entrar em contato com alguma escola pública da localidade em que está visitando, a fim de palestrar a alunos, professores e membros da direção. Por ter trabalhado em casos de pessoas conhecidas do público em geral, as instituições de ensino se mostram dispostas a recebê-lo.
“A ideia do que é o bullying já está disseminada pela sociedade, não é uma novidade. Contudo, precisamos falar sobre como preveni-lo e o que podemos fazer quando casos do tipo ocorrerem”, ressalta Rocha, que finaliza: “Vejo que posso contribuir nesta parte e é isso o que me move”.