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8 coisas que você precisa saber para ser um grande líder na empresa

Mentora em empreendedorismo e especialista em liderança e gestão de talentos mostra como deve ser o comportamento de um chefe de equipe

Por Analice Nicolau 20/01/2022 10h00
Mentora em empreendedorismo e especialista em liderança e gestão de talentos mostra como deve ser o comportamento de um chefe de equipe

Ser chefe é sinal de reconhecimento e, claro, de um salário melhor. Mas será que você está preparado para assumir tal responsabilidade? Mentora em empreendedorismo e especialista em liderança e gestão de talentos mostra como deve ser o comportamento de um chefe de equipe.

Segundo levantamento da empresa de pesquisa Gallup, dos Estados Unidos 10% das pessoas nascem com o dom para liderar. E 20% dos indivíduos podem desenvolver essa habilidade, se forem treinados. Portanto, é possível formar bons líderes – e essa é uma discussão e busca antigas nas grandes empresas –, se houver um treinamento adequado para tal.

Agora, apesar de tanta preocupação nesse sentido, 82% das empresas ainda erram na escolha de seus líderes, também de acordo com a pesquisa Gallup. A fim de ajudar nessa busca, Luiza Castanho, mentora em empreendedorismo e especialista em liderança e em gestão de talentos, aponta algumas características que devem fazer parte do comportamento de um líder moderno – e que precisam ser passadas para aqueles que estão no caminho de chefiar uma equipe. São elas:

1.Olhar para o futuro.  Uma das principais funções de um líder é selecionar os melhores talentos para a empresa. Afinal, o futuro de um negócio está também ligado a uma melhor gestão de pessoas. E, ao contrário do que se pensa, essa seleção é feita o tempo todo. “Esses talentos devem estar no radar do líder, mesmo não tendo vaga para acomodá-los na empresa. Caso precise fazer um corte ou abrir essa vaga, ele já tem uma pessoa em mente, antes mesmo de a concorrência descobri-la.  Isso é olhar para o futuro, se antecipar aos fatos. Algo importante para um líder moderno”, diz Luiza.

2.Valorizar o comercial. Além de compreender a cultura da empresa para encaminhar melhor os seus subordinados, o bom líder tem que dar atenção especial àqueles que estão na linha de frente para que o dinheiro entre na empresa. “Isso é básico em todo negócio: se não há lucro, o empreendimento morre. E o departamento comercial é o coração de qualquer empresa. Se não for feito o investimento certo nas pessoas desse setor, todo o negócio pode estar em risco”, diz Luiza.

3.Deixar a equipe trabalhar. Cabe ao bom líder ensinar e dar alternativas para que os subordinados façam o que se espera deles. Ele jamais deve realizar as tarefas deles. “O líder que faz o trabalho da equipe não contribui para que essa cresça e, claro, acaba sobrecarregado, além de permitir que os liderados fiquem numa zona de conforto, que é algo sempre prejudicial para os negócios”, explica Luiza.

4.Resolver problemas. Fazer com que a equipe realize o trabalho é bem diferente de deixar o problema correr solto. Se percebe que alguma questão não é resolvida, mesmo com a boa vontade e disposição da equipe, o líder de verdade busca sempre uma solução, sem apontar o dedo para os outros. “Quem busca culpados para os problemas que não consegue resolver, jamais será um líder, de fato”, afirma Luiza.

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5. Poupar os superiores. Não há nada mais chato para o dono de um negócio que um líder que aponta problemas sem mesmo ter solução para eles. Isso é sinal de que ele não está preparado para servir a empresa. “O bom líder, na maioria das vezes, resolve o problema sem que os superiores saibam da existência dele. Fica a dica.”, aconselha Luiza

6.Delegar com orientação.  Se quer que uma tarefa seja realizada com êxito, um líder deve explicar à equipe a importância de se fazer o que é pedido. “Isso a neurociência explica: as pessoas tendem a fazer melhor aquilo que entendem a finalidade”, afirma Luiza.

7.Engajar a equipe.  Além de fazer com que os subordinados sintam-se importantes na engrenagem dos negócios, valorizando-os sempre que possível, cabe ao bom líder conscientizá-los de que eles “são” a empresa. Isso é diferente de “estar” na empresa. “Sentir-se deslocado ou como um simples prestador de serviços é o primeiro passo para a improdutividade”, explica Luiza.

8.Colocar o cliente no foco da equipe. Cabe ao líder fazer com que a equipe entenda, ainda, que a figura mais importante na engrenagem dos negócios é o cliente. “Se os liderados não estiverem preparados para satisfazer o cliente, mesmo que eles não tenham contato direto com os mesmos, é porque não entenderam como funciona a empresa e, portanto, não farão bem suas tarefas”, aponta Luiza.  

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