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Analice Nicolau
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2026 impõe novo ritmo à construção civil brasileira

Colunista Analice Nicolau

10/02/2026 17h18

2026 impõe novo ritmo à construção civil brasileira Balanço de 2025 feito pela AltoQi revela como tecnologia, dados e método deixaram de ser tendência e viraram critério de sobrevivência Você já suou frio com obra atrasada, orçamento explodindo e cliente no WhatsApp furioso? Em 2026, isso não é "azar da construção": é falência pura. Produtividade, previsibilidade e controle deixaram de ser luxo para virar oxigênio básico do mercado. Pressões de 2025, prazos rígidos, dados crus, forçaram a barra: SINAPI/IBGE (set/2025) registra custo médio R$ 1.872,24/m², alta de R$ 99,04 vs 2024. Atrasos, desperdícios e projetos desconectados do canteiro sangraram caixas. Felipe Althoff, CEO da AltoQi de Florianópolis - SC, 36 anos, líder em tech para engenharia, cutuca a ferida real: "Não discutimos mais se tech é precisa, é como aplicá-la técnica, integrada e mensurável. Quem não organizou, sentiu no prazo, orçamento e previsibilidade." 2025 testou no fogo: BIM (Modelagem da Informação da Construção) pulou de slides para decisões reais de projeto e execução. A gestão digital virou ferramenta de vida ou morte. Mas o BIM Fórum Brasil alerta: 70% das construtoras e incorporadoras avançam lentamente na digitalização.

Felipe Althoff, CEO da AltoQi de Florianópolis

 Balanço de 2025 feito pela AltoQi revela como tecnologia, dados e método deixaram de ser tendência e viraram critério de sobrevivência

Você já suou frio com obra atrasada, orçamento explodindo e cliente no WhatsApp furioso? Em 2026, isso não é “azar da construção”: é falência pura. Produtividade, previsibilidade e controle deixaram de ser luxo para virar oxigênio básico do mercado. Pressões de 2025, prazos rígidos, dados crus, forçaram a barra: SINAPI/IBGE (set/2025) registra custo médio R$ 1.872,24/m², alta de R$ 99,04 vs 2024. Atrasos, desperdícios e projetos desconectados do canteiro sangraram caixas.

Felipe Althoff, CEO da AltoQi de Florianópolis – SC, 36 anos, líder em tech para engenharia, cutuca a ferida real: “Não discutimos mais se tech é precisa, é como aplicá-la técnica, integrada e mensurável. Quem não organizou, sentiu no prazo, orçamento e previsibilidade.” 2025 testou no fogo: BIM (Modelagem da Informação da Construção) pulou de slides para decisões reais de projeto e execução. A gestão digital virou ferramenta de vida ou morte. Mas o BIM Fórum Brasil alerta: 70% das construtoras e incorporadoras avançam lentamente na digitalização.

Mudança de mentalidade cravada em números: a produtividade não é sonho, é requisito para não quebrar. Empresas pioneiras em industrialização, modularização e off-site, fabricação fora do canteiro, painéis, estruturas metálicas, kits hidráulicos colhem ouro: com prazos previsíveis, menos refugo, eficiência energética/hídrica via automação e planejamento integrado. Enquanto o Brasil patina, elas lucram com obras que entregam no prazo e sobram caixa.

Sede da AltoQi em Florianópolis

Mas as projeções são claras, e não perdoam. Existe o crescimento de 2,7% em 2026 (SindusCon-SP/FGV Ibre), mas só para quem souber jogar o novo jogo. “Cresce quem usa método, dados e integra projeto, obra e gestão. O improviso acabou”, avisa Althoff, sem meias palavras. As prioridades de 2026 ficam nítidas como planta aprovada: industrialização que faz etapas andarem juntas, cortando riscos como faca quente em manteiga; IA que tira do engenheiro o repetitivo,  análises, simulações, orçamentos, pra liberar cabeça pra estratégia de verdade; BIM que vai além do 3D pra abraçar tempo, custo, sustentabilidade e gestão do ativo num modelo digital completo, acabando com retrabalhos do começo ao fim da obra.

A AltoQi não fica na teoria de PowerPoint. Desde dezembro de 2025, rola agenda gratuita para preparar o mercado na prática. Lives que vão direto na jugular das dores: industrialização de instalações prediais, produtividade em projetos estruturais e BIM com orçamento integrado.

As projeções indicam crescimento de 2,7% para a construção civil em 2026, segundo estimativa do SindusCon-SP em parceria com a FGV Ibre – Crédito FreePik

E tudo isso culmina no Lançamento AltoQi 2026 no dia 10 de março, online e gratuito, com inovações pesadas em três frentes: instalações prediais, gestão digital da obra e estruturas. O grande trunfo? Nodes, recurso inédito do Eberick que coloca na mão do projetista o poder de construir exatamente o que precisa, sem amarras, revolucionando projetos estruturais no Brasil.

De Florianópolis para o Brasil, AltoQi soma 36 anos transformando caos em precisão lucrativa. Engenheiros e empresários: 2025 foi ultimato, 2026 premia os despertos. Menos canteiro maluco, mais engenharia de dados que entrega, lucra e ranqueia. Sua obra sangra quanto em atrasos? Qual dor te trava? Comente! Inscreva-se já: AltoQi. Conecte histórias reais a soluções que vencem o scroll.

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