Dia 19 de outubro é a data escolhida para lembrar o combate à Sífilis, inclusive a congênita, que passa da mãe para o bebê.
Os primeiros sintomas da doença acontecem com a Sífilis Primária, que é uma lesão rasa única no pênis ou na vulva, uma úlcera sem secreção, que pode durar semanas e desparecer espontaneamente.

“Quando a lesão some entramos no processo de Sífilis Secundária, que não apresenta sintomas genitais, mas pode provocar dores nas articulações e hiperemia (vermelhidão) na pele. Além disso, a enfermidade pode causar febre, emagrecimento, entre outros sintomas”,
O tratamento é feito à base de penicilina benzotina (Benzetacil) com aumento de doses conforme a Sífilis avança.
O médico alerta que a incidência de Sífilis aumentou com o controle do HIV mais efetivo. “O PREP é um tratamento que previne muito o HIV. Com isso, muita gente deixou de usar o preservativo e começou a contrair outras DSTs”, alerta ele.
O especialista ainda afirma que não considera que o Ministério da Saúde esteja fazendo um trabalho eficaz no que se refere à prevenção da doença. “Muito pelo contrário, tivemos um aumento expressivo de Sífilis e DSTs nos últimos anos”, advertiu.

A Sífilis Congênita, adquirida inicialmente pela mãe e que passa para o seu filho (a) uma vez que não recebeu tratamento, pode afetar a visão, a audição, e em alguns casos levar à cegueira ou surdez, além de atraso no desenvolvimento da criança.
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