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À Mesa
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Santú, Fuego e Ernesto celebram uma Brasília que constrói gastronomia com identidade

Da cozinha afro-brasileira ao Comida di Buteco, a cidade reúne experiências que valorizam ingredientes, técnicas e referências culturais brasileiras

Leonardo Resende

20/04/2026 16h42

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Catarina Freire da Santú Comedoria. – Foto: Arquivo pessoal

Dois anos de identidade à mesa

À frente do Santú Comedoria, a chef Catarina Freire (foto) celebra dois anos de um restaurante que vem construindo, com consistência, uma cozinha marcada por identidade, memória e propósito. Localizado na 216 Norte, o Santú se posiciona como um espaço de valorização da cultura alimentar brasileira, com forte influência afro-brasileira e olhar atento às raízes que sustentam nossa gastronomia. A casa aposta em ingredientes que atravessam gerações, muitas vezes subestimados, e os transforma em pratos cheios de técnica, afeto e significado.

Mais do que um restaurante, o Santú se firma como um lugar de encontro, onde comida e narrativa caminham juntas e onde cada detalhe reforça uma cozinha que olha para dentro e celebra o que é nosso.

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Catarina Freire da Santú Comedoria. – Foto: Arquivo pessoal

Alta Brasa

O Dia do Churrasco, celebrado em 24 de abril, só confirma um movimento que já vinha ganhando corpo na cidade: a brasa deixou de ser só técnica e virou linguagem.

Na 112 Sul, o Fuego Alma e Vino traduz bem esse momento. A casa aposta na parrilla sul-americana com cortes bem escolhidos, como o Ojo del Bife, miolo do contrafilé (foto), preparado com precisão e respeito absoluto ao ponto, sem firula, só execução afiada. O fogo é o centro da cozinha e aparece em pratos bem executados, com atenção ao ponto e sem excessos. A proposta equilibra técnica e simplicidade, com uma carta de vinhos pensada para acompanhar as escolhas da parrilla — um endereço que honra bem o Dia do Churrasco.

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Foto: Acervo pessoal

Feijoada leve (e com final doce) no Ernesto

A Coluna À Mesa foi provar com exclusividade a nova feijoada (foto) do Ernesto Cafés Especiais e a proposta surpreende. Servida às sextas, sábados e domingos, a receita aposta em uma versão mais leve, preparada com carnes magras, sem abrir mão do sabor clássico do prato. A experiência fica ainda mais interessante com a ação promocional da casa: na compra da feijoada, é possível adicionar uma mini sobremesa por valor reduzido, com opções como cocada de forno ou cheesecake. A Coluna também provou o cheesecake de goiabada, que foi um verdadeiro espetáculo: equilibrado, cremoso e com o dulçor na medida certa. Disponível nas unidades da Asa Sul, Asa Norte e Caixa Cultural, a novidade é uma boa pedida para quem quer revisitar a feijoada em uma versão mais leve e atual.

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Foto: Pedro Calil

Comida Di Buteco: Veio Chico

A Coluna À Mesa foi até Águas Claras provar o prato do Veio Chico, participante do Comida di Buteco 2026, e encontrou uma proposta que valoriza bem os sabores brasileiros. O Medalhão Sertanejo (foto) aposta em bistecas de porco marinadas em temperos típicos, recheadas com bacon e linguiça calabresa, acompanhadas de farofa de couve na manteiga de garrafa e finalizadas com molho cremoso de ervas. O resultado é um prato intenso, bem servido e com aquele perfil que conversa direto com a proposta do festival: comida de raiz, com personalidade e feita para compartilhar.

O Medalhão Sertanejo integra o circuito do Comida di Buteco e fica disponível até 10 de maio. O Veio Chico fica na Avenida Alameda Gravatá, 301 (QD 301, Conj. 20, Lt. 2), em Águas Claras, e é uma boa parada para quem quer explorar os sabores do circuito deste ano.

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Foto: Acervo pessoal 

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